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Em vídeo, FHC reage a pedido do PT para investigá-lo por repasses a ex

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POLíTICA

Em vídeo, FHC reage a pedido do PT para investigá-lo por repasses a ex

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dia após deputados do PT e do PC do B pedirem à Polícia Federal que investigue suspeitas contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o tucano reagiu acusando "operadores do esquema lulopetista" de tentar "confundir a opinião pública".
A jornalista Mirian Dutra, que teve um caso extraconjugal com o ex-presidente nos anos 1980 e 1990, afirmou que ele usou uma empresa, a Brasif S.A., para enviar dinheiro a ela no exterior por meio de um contrato de trabalho de fachada.
O tucano nega ter usado a empresa para enviar dinheiro ao exterior e diz que as acusações são "invenções", "coisas menores".
"Todas as vezes -e têm sido muitas- que a Polícia Federal prende alguém ligado ao Petrolão, os operadores do esquema lulopetista soltam uma mentira sobre mim, querendo obviamente com isso confundir a opinião pública", afirmou o ex-presidente em vídeo divulgado numa rede social nesta quarta (24).
A declaração de FHC é uma alusão à prisão, nesta terça (23), do marqueteiro do PT João Santana no âmbito da Operação Lava Jato. Ele é suspeito de ter recebido dinheiro do esquema de desvios na Petrobras.
"Ora, podem me investigar no que quiserem", queixou-se o tucano, dizendo ainda não temer "Ministério Público nem Polícia Federal". "Agora, tem gente graúda aí que anda fugindo da Justiça. E como não conseguem se explicar por que lhe pagaram tantas contas, botam a culpa no FHC. Francamente."
REUNIÃO
Nesta terça (23), deputados federais do PT e do PC do B se reuniram com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para pedir a abertura de inquérito contra o ex-presidente e apurar as suspeitas de que teria usado uma empresa privada para enviar dinheiro à ex no exterior. Argumentam que há suspeita de crime contra a ordem tributária, evasão de divisas e corrupção passiva.
A representação pede ainda investigação sobre aquisição de uma fazenda pelo tucano em Minas Gerais que teria sido declarada por valor inferior ao real.
LAVA JATO
Santana, que coordenou as campanhas do PT à Presidência de 2006 a 2014, e sua mulher, Mônica Moura, são acusados de terem recebido US$ 7,5 milhões no exterior de empresas ligadas à Odebrecht e a um lobista também alvo da PF. Para o juiz Sergio Moro, os repasses da empreiteira seriam doações eleitorais feitas via caixa dois.
Conforme revelado pela Folha de S.Paulo, Santana deve admitir às autoridades que recebeu recursos irregularmente no exterior, sem declará-los à Receita Federal, mas que não há relação com sua atuação profissional no Brasil. A confissão é uma tentativa de se livrar de acusações mais graves que pesam contra ele e sua mulher.

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