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Presidente do PMDB do Rio é citado em esquemas de desvio da PM

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POLíTICA

Presidente do PMDB do Rio é citado em esquemas de desvio da PM

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O presidente do PMDB do Rio e da Alerj (Assembléia Legislativa do Rio), deputado Jorge Picciani, foi citado por empresários envolvidos num esquema de desvio de recursos da saúde da Polícia Militar.
O deputado é pai de Leonardo Picciani, líder do PMDB na Câmara dos Deputados.
A investigação é da Subsecretaria de Inteligência, o Ministério Público e a Corregedoria da PM.
Imagens exibidas pelo RJ-TV nesta quarta (3) mostram uma reunião entre dois empresários e um oficial da PM onde o nome de Picciani é citado durante uma negociação de propina.
Os empresários são Joel de Lima Pinel e Cainã Albuquerque Pinel, pai e filho, que fazem parte da Bioalpha Serviços & Comércio de Materiais Médicos Hospitalares Ltda.
No vídeo, eles parecem negociar propina em nome do presidente da Alerj e de Orson Welles da Cruz, que na época da reunião trabalhava na Secretaria de Governo do Estado do Rio e era membro suplente da Comissão de Ética do PMDB fluminense.
Além deles, também aparece no vídeo um oficial que, a pedido da corregedoria da PM, finge fazer parte do esquema.
A reunião tratou da compra de um exoesqueleto, equipamento usado no tratamento de policiais que ficaram paraplégicos.
Os participantes planejam obter recursos que seriam doados pela Alerj à PM para a compra, e citam o nome de Picciani.
O desvio seria de R$ 6 milhões.
"Tem a parte do Picciani, tem a parte do Orson que eu tenho que dar uma bola", diz Joel de Lima Pinel na gravação.
Orson Welles da Cruz, Joel de Lima Pinel e Cainã Albuquerque Pinel foram presos dias após a gravação da reunião, em dezembro.
Ao todo, 11 oficiais, uma funcionária da PM e mais 9 pessoas foram denunciadas por participação em um esquema que desviou R$ 16 milhões do Fuspom (Fundo de Saúde da Polícia Militar do Rio de Janeiro).
Após Picciani se manifestar, o MP arquivou o procedimento contra o presidente da Alerj nesta terça (3) por "absoluta falta de elementos que atestem a veracidade da imputação feita ao parlamentar".
OUTRO LADO
Em nota de esclarecimento, o deputado reiterou que o MP arquivou o procedimento.
Afirmou ainda que Welles tentava vender influência e tentou diversas vezes marcar reuniões com ele, mas nunca foi recebido.
"Qualquer pessoa pública está sujeita a ter seu nome citado por bandidos que tentam vender uma influência que, na realidade, não têm. Mas os canais de comunicação precisam ter responsabilidade ao divulgar informações neste sentido, principalmente quando o Ministério Público se posiciona, oficialmente, ratificando a defesa ora exposta."

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