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Líder do MBL relata confusão em cerimônia de entrega de casas

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POLíTICA

Líder do MBL relata confusão em cerimônia de entrega de casas

VENCESLAU BORLINA FILHO, ENVIADO ESPECIAL
INDAIATUBA, SP (FOLHAPRESS) - Uma confusão entre grupos pró e contra o governo Dilma Rousseff foi registrada antes do início da cerimônia [simultânea] de entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida, em que a presidente participou na manhã desta quarta (3), em Indaiatuba (a 98 km de São Paulo).
Numa rede social, o líder do MBL (Movimento Brasil Livre), Kim Kataguiri, que é colunista da Folha de S.Paulo, afirmou que militantes do grupo, que foram até o local para protestar, foram agredidos e tiveram celulares destruídos por quem ele chamou de "criminosos da CUT" (Central Única dos Trabalhadores).
O coordenador da subsede da CUT em Campinas, Carlos Eduardo Fábio, 40, afirmou que não foi informado de nenhum caso de agressão. Ele disse que a CUT convocou 36 sindicatos filiados para comparecerem ao evento, mas não soube informar quantas pessoas participaram.
Segundo o coordenador do MBL de Indaiatuba, o comerciante Charles Escodro, 45, dos cerca de dez manifestantes presentes, seis eram do MBL. A confusão começou, de acordo com ele, após a chegada de dois rapazes que vestiam camisetas com a frase "Fora Dilma".
Todos teriam sido cercados por pessoas ligadas à CUT e ameaçados. Antes da chegada dos rapazes, porém, nenhuma manifestação ou reação tinha sido registrada no local, segundo Escodro. Ele afirmou que levou chutes e foi empurrado e que os dois rapazes foram espancados.
Questionado, o coordenador local do MBL afirmou que só conhecia um dos rapazes e que ele passou a fazer parte do movimento nesta quarta. "Nossa intenção era manifestar pacificamente, mas depois das agressões e de tomarem nossos celulares e apagarem fotos e vídeos, decidimos ir embora", disse.
Em um curto vídeo na internet, um dos rapazes aparece levando um chute na altura da cintura dado por outro homem. O rapaz, identificado como Caio, chegou a ser atendido à tarde por um médico numa clínica particular, de acordo com Escodro.
Até as 17h30, não havia nenhuma ocorrência de agressão registrada pela Guarda Municipal, a Polícia Militar ou a Polícia Civil na cidade.
O coordenador afirmou que eles fariam a ocorrência de agressão na delegacia de polícia da cidade depois que o rapaz fosse atendido.
A confusão, segundo relatado por testemunhas, teria ocorrido entre 9h30 e 10h. A cerimônia com a presidente começou às 11h25.

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