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Dilma pede 'parceria com Congresso' para retomar crescimento econômico

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POLíTICA

Dilma pede 'parceria com Congresso' para retomar crescimento econômico

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A presidente Dilma Rousseff fez um apelo direto a deputados e senadores nesta terça-feira (2) para que o Congresso auxilie o seu governo a retomar o crescimento da economia do país.
"Espero ao longo desse ano contar mais uma vez com a parceria do Congresso para fazer o Brasil alcançar patamares mais altos. [...] Preciso da contribuição do Congresso para dar sequência à estabilização fiscal e assegurar a retomada do crescimento. Esses objetivos não são contraditórios", disse.
"Neste ano legislativo, queremos construir mais uma vez com o Congresso uma agenda priorizando as medidas que vão permitir a transição para uma reforma fiscal", acrescentou.
A presidente citou iniciativas governamentais aprovadas no Legislativo, como mudanças de regras no seguro desemprego e no abono salarial. Segundo ela, a visão do governo federal é "reformar para preservar programas sociais e investimentos". A crise econômica, afirmou, é um momento "muito doloroso" para ser desperdiçado.
Seu discurso foi definido nesta noite de segunda (1º), mas sofreu mudanças horas antes de ser lido.
Ao chegar ao Congresso, Dilma foi recebida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dentro do plenário da Câmara, repleto de parlamentares, foi aplaudida ao chegar, mas também recebeu algumas vaias de oposicionistas.
A presidente chegou à Câmara escoltada pelos ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Edinho Silva (Comunicação Social). No final da rampa, esperavam a petista mais doze ministros, entre eles José Eduardo Cardozo (Justiça), Gilberto Kassab (Cidades), Aloizio Mercadante (Educação) e Izabela Teixeira (Meio Ambiente).
Na chegada, ela foi avisada sobre a possibilidade de protesto no plenário da Câmara.
Dilma decidiu ir pessoalmente ao Congresso fazer a leitura da mensagem do Poder Executivo na reabertura dos trabalhos do Congresso.
Diante da crise política e da retomada da discussão sobre seu impeachment, Dilma decidiu interromper a tradição dos últimos anos, quando o ministro-chefe da Casa Civil fazia a leitura da mensagem no Congresso, e escrever um texto em primeira pessoa, com as mensagens que julga importantes para vencer a crise política e econômica, em um aceno à base aliada e também à oposição.
CPMF
Dilma foi vaiada três vezes por deputados e senadores, principalmente da oposição, ao pedir a aprovação da proposta de recriação da CPMF e a aprovação da DRU (Desvinculação de Receitas da União).
Ela já pediu aos parlamentares ajuda para que o Congresso avance na análise de propostas que possam ajudar na recuperação da economia. A presidente citou a necessidade de se tomar medidas temporárias para atingir tal objetivo. Neste momento, ela citou a aprovação das duas matérias polêmicas e foi vaiada.
A presidente citou iniciativas governamentais aprovadas pelo governo federal no Congresso Nacional, como mudanças de regras no seguro desemprego e no abono salarial. Segundo ela, a visão do governo federal é "reformar para preservar programas sociais e investimentos".
A presidente também afirmou que o governo federal irá melhorar a avaliação e o controle do gasto público neste ano e que, a mudanças na gestão pública feitas em 2015, reduziu em 8,3% o custo da máquina pública em termos reais, descontada a inflação.

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