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Políticos não produzem soluções, só crises, diz novo presidente da OAB

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POLíTICA

Políticos não produzem soluções, só crises, diz novo presidente da OAB

DÉBORA ÁLVARES
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Sem mencionar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff que tramita na Câmara dos Deputados, o novo presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Claudio Pacheco Prates Lamachia, usou seu discurso de posse na manhã desta segunda-feira (1) para criticar de forma veemente a atual crise política pela qual passa o país.
Ele defendeu reiteradas vezes, contudo, a necessidade de uma união nacional.
"A classe política perdeu totalmente a capacidade de diálogo. Não produzem mais soluções, apenas crises. Precisamos de um novo contrato social da classe política com a sociedade brasileira, pois é evidente que não há democracia sem política, mas não há política sem políticos", afirmou.
Lamachia também não citou Dilma ou qualquer dos demais atores envolvidos no processo de impeachment, mas falou em um clima de "irresponsabilidade" ao tratar do que chamou de "falta de diálogo".
"Chegou a hora de reunificar o Brasil, e a OAB e a advocacia se colocam a serviço da nação brasileira. Nosso partido é o Brasil, nossa ideologia, a Constituição Federal".
Para o presidente da entidade, o Brasil vive uma "crise institucional" e precisa ser reunificado. "Não podemos achar que todos os problemas que estão ai pertencem a este governo, são dessa letargia."
Com menções à atuação da entidade ao longo da ditadura e no processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, Lamachia afirmou que a OAB "se tornou defensora das causas da República" e completou: "Ao que parece, a história nos chama mais uma vez para defender. Se no passado, a OAB nunca faltou ao Brasil, no presente também não falta e no futuro também não faltará".
ELEIÇÕES
Lamachia lembrou das eleições municipais deste ano, em outubro, disse que a instituição vai trabalhar para "reavivar a campanha pelo poder do voto" e frisou: "O voto do cidadão não tem preço, tem consequência e a consequência de uma escolha equivocada é o que estamos vendo em nosso país".
Além disso, aproveitou para destacar a necessidade de combate à corrupção e reiterou, mais uma vez, suas críticas à intenção do governo de retomar a CPMF (Contribução Provisória sobre Movimentações Financeiras).
"Em tempos de ajuste fiscal, onde o governo afirma como única saída a recriação da CPMF, vê-se o aumento absurdo do fundo partidário, em tempos de Lava Jato. O Brasil não aguenta mais essa carga tributária absurda".
Segundo ele, foi apresentado um plano de gestão que conta com um projeto de reuniões e debates que visam "a recuperação da unidade nacional".

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