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Senadores do PMDB resistem a acordo com Temer para sucessão do partido

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POLíTICA

Senadores do PMDB resistem a acordo com Temer para sucessão do partido

GUSTAVO URIBE E DÉBORA ÁLVARES
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Apesar dos esforços do vice-presidente Michel Temer em se aproximar da bancada do PMDB no Senado a fim de evitar uma disputa interna pelo comando nacional da sigla, os senadores peemedebistas resistem a aceitar acordo oferecido pelo peemedebista.
Como antecipou a Folha de S.Paulo na terça-feira (12), Temer está preocupado em perder o comando do partido e está disposto a ceder espaço na Executiva Nacional do PMDB ao grupo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também pretende disputar o comando da legenda.
Para evitar a candidatura rival, o vice-presidente ofereceu a manutenção do líder do PMDB, Eunicio Oliveira (CE), no cargo de tesoureiro e o posto de primeiro vice-presidente a Romero Jucá (RR), cargo atualmente ocupado pelo senador Valdir Raupp (RO).
A oferta, no entanto, é considerada insuficiente pela bancada do PMDB no Senado. Os senadores do partido exigem mais espaço no comando do partido, bem como maior representação de seus estados no comando da sigla.
"O que temos que fazer é encontrar entendimento dentro de nossas divergências", afirmou Eunício.
Além de abrir espaço ao Senado Federal, o vice-presidente também está trabalhando com os convencionais, com prioridade para Minas Gerais e Rio de Janeiro, que detêm maior representação na convenção nacional.
Temer fará, entre 28 de janeiro e 5 de março, viagens aos Estados prioritários, para conquistar apoio para a sua reeleição.
O peemedebista também está disposto a aumentar a representação no comando do partido dos dois Estados. Ele pretende procurar na próxima semana o presidente do PMDB no Rio de Janeiro, Jorge Picciani, que também preside a Assembleia do Estado.
O filho de Jorge, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), líder do PMDB na Câmara, já anunciou apoio à candidatura de Renan Calheiros, o que causou preocupação ao grupo de Michel Temer.
Temeroso em perder o comando da sigla, o vice-presidente colocou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff em "banho-maria" e tem se dedicado integralmente à sua reeleição.
Sob a orientação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente tenta um armistício com o peemedebista e está disposta a dar maior protagonismo ao vice-presidente, tanto na área política como econômica.

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