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Trump diz que EUA responderão com fogo e fúria às ameaças norte-coreanas

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GERAL

Trump diz que EUA responderão com fogo e fúria às ameaças norte-coreanas

ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O presidente Donald Trump disse nesta terça (8) que os EUA vão responder com "fogo e fúria" se a Coreia do Norte fizer mais ameaças ao país. A mensagem foi dada a jornalistas horas depois de o regime de Pyongyang prometer que usaria todos os seus recursos para tomar uma "ação física" em retaliação às novas sanções.

"É melhor que a Coreia do Norte não faça novas ameaças aos EUA", disse Trump, em uma sala do clube de golfe das Organizações Trump em Bedminster, Nova Jersey, onde ele passará 17 dias.

"Eles enfrentarão fogo e fúria como o mundo nunca viu. Ele [o ditador Kim Jong-un] tem feito ameaças acima do normal e, como eu disse, eles enfrentarão fogo e fúria e, francamente, poder como o mundo nunca viu."

Uma reportagem publicada nesta terça pelo "Washington Post" diz que a Coreia do Norte já produziu com sucesso uma ogiva nuclear miniaturizada, que pode ser inserida em seus mísseis. A informação tem como base uma avaliação de inteligência confidencial de julho obtida pelo jornal.

Se for confirmada a capacidade de Pyongyang, isso significa que o regime já cruzou uma barreira-chave para se se tornar uma potência nuclear plena.

Outro relatório de inteligência aumenta a estimativa oficial do número de bombas no arsenal atômico do país comunista. Os EUA calcularam, em julho, que até 60 armas nucleares são controladas hoje por Kim Jong-un. Alguns peritos independentes acreditam que o número de bombas seja muito menor.

No último sábado (5), o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou novas sanções contra a Coreia do Norte em resposta aos recentes testes com mísseis intercontinentais realizados por Pyongyang.

Na segunda (7), o regime norte-coreano ameaçou se vingar "mil vezes" dos Estados Unidos, que liderou as negociações para aprovar as sanções.

As medidas aprovadas pelo Conselho de Segurança poderão reduzir em até um terço a receita de exportação anual do país, que é de US$ 3 bilhões, e afetar o comércio com a China, seu principal parceiro.

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