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ATUALIZADA - Em meio a explosões do EI, curdos avançam sobre vilas a leste de Mossul

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ATUALIZADA - Em meio a explosões do EI, curdos avançam sobre vilas a leste de Mossul

- Atualizado em 17/10/2016 22:24

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A operação iraquiana para a retomada de Mossul das mãos da facção terrorista Estado Islâmico, lançada nesta segunda-feira (17), teve início com o avanço das tropas peshmerga curdas sobre áreas ao redor daquela que é a segunda maior cidade do Iraque. A ofensiva foi retardada por explosões provocadas pelos extremistas.

As forças curdas tomaram o controle de sete vilarejos desabitados a leste de Mossul, informou a agência de notícias turca Anadolu. Segundo Massoud Barzani, presidente do Curdistão iraquiano, região autônoma governada por essa minoria étnica, as forças curdas conquistaram uma área de 200 quilômetros quadrados (maior que a Zona Oeste da cidade de São Paulo).

Barzani afirmou que a ofensiva sobre Mossul é uma "virada na luta contra o terrorismo", mas alertou que a expulsão da milícia radical desta cidade não necessariamente significará o fim do terrorismo ou da violência no Iraque.

Uma série de explosões provocadas por homens-bomba do EI e veículos equipados com detonadores retardou o avanço das tropas peshmerga, tendo sido atingido ao menos um tanque de guerra. Não está claro se os ataques deixaram vítimas.

Também foi registrada a explosão de um carro-bomba perto de um posto de controle do Exército em Youssifiyah, a 20 quilômetros ao sul da capital, Bagdá, deixando ao menos nove mortos, sendo cinco civis e quatro militares. Nenhum grupo assumiu a autoria do atentado.

O comandante da operação para retomar Mossul, tenente-general do Exército iraquiano Talib Shaghati, disse à agência de notícias Associated Press que a ofensiva contra o EI "vai muito bem" e que o avanço das tropas segue conforme o planejado.

Participam da operação para retomar Mossul cerca de 30 mil soldados do Exército iraquiano, das forças curdas e de milícias sunitas e xiitas. A ofensiva também conta com o apoio de ataques aéreos da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

A operação deve levar semanas e pode provocar uma grande crise humanitária. Os enfrentamentos devem forçar milhares dos 1,5 milhão de habitantes de Mossul a fugir às pressas da cidade. Teme-se também que o EI use civis como escudo humano para se proteger da ofensiva.

Caso a operação tenha sucesso, será o maior revés até agora para o EI, que declarou Mossul a capital iraquiana do seu autoproclamado califado em partes do Iraque e da vizinha Síria.

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