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ATUALIZADA - Acordo global contra efeito estufa é alcançado

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ATUALIZADA - Acordo global contra efeito estufa é alcançado

- Atualizado em 15/10/2016 12:40

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Aproximadamente 200 países fecharam um acordo para diminuir a emissão de gases que geram efeito estufa usados em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. O anúncio oficial foi feito neste sábado (15).

O acordo inclui as duas maiores economias do mundo, EUA e China, e também nações em desenvolvimento como Brasil e Índia.

Ele divide os países en três grupos com diferentes prazos para reduzir a emissão de gases HFC (Hidrofluorcarbonetos), cujo impacto no efeito estufa pode ser até 10 mil vezes maior do que o do dióxido de carbono (CO2).

"É um monumental passo à frente", disse o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, ao deixar o encontro sobre o tema em Kigali, capital de Ruanda, na África.

O acordo será incluído no Protocolo de Montréal, conjunto de negociações feitas desde a década de 1980 que buscava, inicialmente, a redução de gases que danificam a camada de ozônio.

Pelo pacto, nações desenvolvidas, incluindo a maior parte da Europa e os EUA, concordaram em reduzir o uso desses gases aos poucos, começando com um corte de 10% até 2019. A meta é aumentar este corte e chegar a 85% de redução até 2036.

Um primeiro grupo de países em desenvolvimento congelará seu uso desses gases em 2024 e outro grupo, em 2028, para depois disso baixar o consumo deles.

O grupo que inclui Brasil, China e África do Sul terá como meta atingir 85% de redução desses gases até 2045. Índia, Irã, Iraque, Paquistão são alguns que receberam prazo mais longo e terão até 2047 para atingir a mesma meta de redução. Esses países rejeitaram um prazo antecipado porque seus habitantes que usam o ar-condicionado para enfrentar as altas temperaturas locais.

acordo de PARIS

Ao contrário do Acordo de Paris de 2015, o pacto fechado em Kigali tem cronograma detalhado e um acordo para que países ricos ajudem nações em desenvolvimento a adaptar suas tecnologias.

Uma rápida redução do uso de HFCs poderia ser uma grande contribuição para frear a mudança climática, evitando um aumento de 0,5ºC na média global de temperatura até 2100, de acordo com cientistas.

A redução do uso de HFC poderá custar ao menos US$ 4 bilhões (R$ 12,8 bilhões).

No começo de outubro, o Acordo de Paris foi ratificado pela União Europeia. Ele podesa entrar em vigor a partir de novembro.

O texto aprovado em Paris tem como objetivo limitar os efeitos do aquecimento global, como ondas de calor, enchentes, secas e a subida do nível do mar.

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