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Principais álbuns de Bob Dylan

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GERAL

Principais álbuns de Bob Dylan

- Atualizado em 13/10/2016 11:20

Folhapress - 13 de outubro

"Bob Dylan" (1962)

Produzido por John H. Hammond, lendário descobridor de talentos que levou Dylan à gravadora CBS. Quase todo o repertório é de canções folk tradicionais com arranjos novos. Só duas faixas foram escritas por Dylan: "Talkin' New York" e "Song to Woody", dedicada a seu ídolo no folk, Woddy Guthrie (1912-1967)

"The Freewheelin' Bob Dylan" (1963)

Quase todo autoral, traz pelo menos três hinos da contracultura: "Blowin' in the Wind", "Masters of War" e "A Hard Rain's a-Gonna Fall"

"The Times They Are A-Changin" (1964)

Primeiro disco só com canções escritas por ele. A poderosa faixa que dá nome ao homem foi reconhecida como premonitória das mudanças culturais na América do anos 1960.

"Another Side of Bob Dylan" (1964)

Meses depois do estupendo álbum anterior, Dylan lançou um disco sem o mesmo impacto. Ficam para sempre entre suas melhores apenas as músicas "Chimes of Freedom" e "It Ain't Me Babe".

"Bringing It All Back Home" (1965)

Dylan assume seu namoro com o rock e divide o disco em um lado acústico e outro elétrico. Pelo menos três clássicos: "Subterranean Homesick Blues", "Mr. Tambourine Man" e "It's All Over Now, Baby Blue".

"Highway 61 Revisited" (1965)

Todo voltado ao rock, trouxe duas músicas essenciais no gênero: "Like a Rolling Stone", que já venceu muitas eleições como a maior canção da história roqueira, e "Desolation Row", mais de 11 minutos de consciência social em forma de poesia.

"Blonde on Blonde" (1966)

LP duplo que rivaliza com o anterior "Highway 61 Revisited" como seu principal álbum. É difícil destacar as melhores entre suas longas faixas, mas boas apostas são "Rainy Day Women #12 & 35" e "Just Like a Woman".

"John Wesley Harding" (1967)

Saudado como uma volta de Dylan às raízes acústicas. Traz uma das obrigatórias em sua lista de grandes canções, "All Along the Watchtower".

"Nashville Skyline" (1969)

Um de seus álbuns mais populares, é fruto de sua aproximação com a música country. Tem um de seus sucessos românticos, "Lay Lady Lay" e um dueto como o deus caipira Johnny Cash, "Girl from the North Country".

"Pat Garrett & Billy The Kid" (1973)

Dylan bem à vontade nesta trilha para o western dirigido por Sam Peckimpah. Entre as músicas, um de seus clássicos mais regravados, "Knockin' on Heaven's Door".

"Blood on the Tracks" (1975)

O disco que recolocou Dylan no estrelato pop. A faixa de abertura, "Tangled Up in Blue", se tornou uma das poucas músicas que Dylan nunca deixou de tocar em seus shows.

"The Basement Tapes" (1975)

Gravações feitas em 1967 nas casas próximas a Woodstock (Nova York), onde na época moravam Dylan e os integrantes do The Band, grupo que o acompanhou durante anos. Nessa época, Dylan se recuperava de um acidente de moto, em julho de 1966.

"Desire" (1975)

Para muito o último grande disco de Dylan, gravado com os músicos que o acompanhavam nas turnês Rolling Thunder Revue. O disco tem canções muito longas e narrativas, como "Joey" e "Hurricane", esta sobre um lutador de boxe condenado por triplo assassinato em um caso cheio de buracos jurídicos. A música foi importante para a revisão do julgamento.

"Infidels" (1983)

Depois de discos sem repercussão, alguns ligados a sua fase cristã, este levou Dylan de volta à moda, com direito até a um hit single, "Jokerman".

"Empire Burlesque" (1984)

O álbum introduziu Dylan a novas gerações, com a boa rodagem do clipe "Tight Connection to My Heart" na TV

"Time Out of Mind" (2001)

Após 15 anos lançando álbuns que mereceram atenção apenas por sua relevância no passado, este foi a redenção de Dylan com a crítica. Ótimas letras, com destaque para "Love Sick" e "Standing in the Doorway".

"Modern Times" (2006)

O último álbum de Dylan a alcançar o primeiro lugar na parada americana. "Someday Baby" foi lançada como single.

"Fallen Angels" (2016)

O disco mais recente de Dylan, lançado em maio, segue o anterior, "Shadows of the Night", em sua releitura de canções clássicas americanas dos anos 1940 e 1950, notadamente do repertório de Frank Sinatra (1915-1998).

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