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Rio terá 71 mil militares no combate a focos de Aedes aegypti no Estado

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GERAL

Rio terá 71 mil militares no combate a focos de Aedes aegypti no Estado

LUCAS VETTORAZZO
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e do vírus zika, terá o reforço de 71 mil militares no Estado do Rio.
As Forças Armadas visitarão, a partir da próxima segunda-feira (15), domicílios em 26 municípios do Estado, incluindo a capital.
Homens do Exército, Marinha e Aeronáutica formarão equipes com agentes municipais de saúde.
A ideia é que os militares auxiliem funcionários do governo na identificação de focos do mosquito. Caberá aos agentes aplicar larvicidas e inseticidas nos locais de proliferação do Aedes aegypti.
O Estado terá 20 mil agentes na operação de combate, dos quais 10 mil serão agentes comunitários, formados para orientar a população local.
Os militares não terão autorização para entrar à força nas residências.
"Os domicílios fechados ou que a nossa entrada for negada serão notificados para posterior visita das autoridades", disse o almirante de esquadra da Marinha, Sérgio Roberto Fernandes, que coordena os trabalhos no Rio.
As visitas ocorrerão em áreas com maior incidência de casos de zika vírus, mapeadas pelo Ministério da Saúde.
Na capital, os esforços serão concentrados na zona oeste. Também serão vistoriados domicílios em cidades como Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Nova Iguaçu, Queimados, Valença, Belford Roxo e Rio das Ostras.
Segundo Fernandes, os militares não irão entrar em áreas conflagradas no Rio, como favelas dominadas por traficantes de drogas, por exemplo.
Esse serviço ficará a cargo dos agentes comunitários de saúde. Os militares distribuirão também panfletos em 646 escolas públicas.
"A única arma que os militares irão carregar serão os panfletos com orientações sobre o mosquito", disse o almirante Fernandes.
As equipes serão compostas por três militares e um agente de saúde.
As visitas ocorrerão diariamente das 9h às 17h, entre 15 e 18 de fevereiro. Será a terceira etapa de trabalhos da força-tarefa militar contra o mosquito.
A primeira, entre 29 de janeiro a 4 de fevereiro, teve a inspeção de prédios federais no Estado. Na segunda fase, neste sábado (13), haverá a ação nas escolas. A terceira fase será a de visitação às residências.
A ação no Estado faz parte de um programa nacional de mobilização contra o mosquito pelas Forças Armadas, do qual fazem parte 220 mil militares em todo o país.
Questionado, o almirante não informou quanto custará a mobilização no Rio.
"Não podemos enxergar isso como gasto e sim um investimento em saúde pública", disse.

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