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Para economizar, governo vai rever participação em órgãos internacionais

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GERAL

Para economizar, governo vai rever participação em órgãos internacionais

GUSTAVO URIBE E FLÁVIA FOREQUE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo federal vai fazer um pente-fino no fluxo de pagamentos do Brasil a organismos internacionais.
Decreto assinado nesta quinta-feira (11) pela presidente Dilma Rousseff cria a chamada Comissão Interministerial de Participação em Organismos Internacionais, com o objetivo de levantar valores e manifestar-se, inclusive, sobre "desligamento" do Brasil de entidades e fundos internacionais.
Segundo a reportagem apurou, uma análise preliminar do governo federal identificou custos e gastos criados em gestões passadas que se perpetuam até o momento e que deixaram de ser prioritários ou relevantes no atual contexto mundial.
A medida, tomada em meio à crise econômica no país, faz parte do esforço do governo federal de cortar custos da máquina pública e aprofundar o ajuste fiscal. No ano passado, Dilma anunciou a extinção de cargos comissionados, a venda de imóveis públicos e o corte dos salários de ministros e secretários.
O texto publicado no "Diário Oficial da União" pondera que cabe ao Itamaraty fazer a "consideração política" sobre o vínculo entre o Brasil e os organismos, mas a comissão deverá manifestar-se, por exemplo, sobre "propostas de alteração do valor das contribuições a organismos".
Fazem parte do grupo representantes dos ministérios do Planejamento, Casa Civil, Relações Exteriores e Fazenda. em novembro, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que a proposta de uma comissão era motivo de preocupação entre diplomatas, que temiam um "calote seletivo" a partir da medida.
O Brasil vinha atrasando sucessivas parcelas de pagamento a organismos internacionais, inclusive a entidades relevantes como a ONU e a OEA (Organização dos Estados Americanos), ao longo dos últimos anos.
Os atrasos criaram situações desconfortáveis à diplomacia do país, como ameaças de punição, e, na avaliação de funcionários desses organismos e de analistas, já começam a reduzir o espaço político do país no cenário internacional.

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