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Relatório da ONU considera detenção de Assange injusta, diz Suécia

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Relatório da ONU considera detenção de Assange injusta, diz Suécia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério de Relações Exteriores da Suécia disse nesta quinta-feira (4) que um painel da ONU concluiu que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, foi uma vítima de detenção arbitrária na Embaixada do Equador em Londres, onde ele buscou refúgio em 2012.
Segundo a porta-voz Katarina Byrenius Roslund, a Chancelaria sueca viu o relatório. "É uma avaliação diferente da feita pelas autoridades suecas", afirmou Roslund, rejeitando fazer comentários adicionais.
O Grupo de Trabalho de Detenção Arbitrária da ONU ainda não revelou sua decisão, afirmando que ela permanecerá confidencial até esta sexta-feira (5), informou Christophe Peschoux, do escritório de direitos humanos da ONU em Genebra.
Apesar de o relatório da ONU não obrigar a Suécia e o Reino Unido a cumprir uma decisão favorável a Assange, representaria uma vitória de relações públicas para o fundador de 44 anos do site de vazamentos.
O documento aumentaria a pressão sobre os promotores suecos para derrubar sua tentativa de questionar Assange sobre alegações de violência sexual e sobre autoridades britânicas para alterar planos de prender Assange em resposta ao mandado de prisão sueco.
A polícia britânica reiterou que mantém seu plano de prender Assange se ele sair da representação diplomática equatoriana.
A intenção do jornalista australiano é evitar ser extraditado ao país escandinavo, pois teme ser enviado depois para os EUA, onde poderia enfrentar um julgamento por ter revelado no WikiLeaks segredos sobre questões de segurança nacional americana.
Partidários de Assange programaram para esta sexta uma coletiva em Londres para discutir os planos do líder do WikiLeaks. Espera-se que ele participe da coletiva por meio de um transmissão de vídeo.
No Twitter, ele afirmou nesta quinta esperar que, após a divulgação do relatório, seu passaporte confiscado lhe seja devolvido e que receba permissão para viajar.
"Se eu triunfar e for decidido que esses países agiram ilegalmente, espero a devolução de meu passaporte e o fim de quaisquer tentativas adicionais de prisão", afirmou Assange antes das declarações da Chancelaria sueca.
De acordo com um de seus advogados, Assange pode viajar ao Equador, que lhe concedeu asilo político, se recuperar seu passaporte e sua liberdade.

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