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Maduro pede 'plano anticrise' em reunião

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VENEZUELA

Maduro pede 'plano anticrise' em reunião

Maduro pede 'plano anticrise' em reunião

ISABEL FLECK, ENVIADA ESPECIAL
QUITO, EQUADOR (FOLHAPRESS) - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu nesta quarta (27), na 4ª Cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), no Equador, que o bloco estabeleça um "plano tático anticrise" para estimular o comércio na região.
A Venezuela vive profunda recessão e grave crise de desabastecimento, e as finanças do país entraram em situação ainda mais crítica com a queda do preço do petróleo.
"É hora de um plano de solidariedade, complementariedade, desenvolvimento compartilhado de América Latina e Caribe", disse Maduro.
A crise agravada na região pela queda do preço das commodities também foi abordada pelo chanceler Mauro Vieira no discurso que fez no lugar da presidente Dilma Rousseff, que deixou a cúpula antes mesmo do almoço.
"A América Latina e o Caribe enfrentam o risco de uma desaceleração estrutural", disse o ministro. "Devemos estimular o aprofundamento do comércio e dos investimentos intrarregionais, fomentando o desenvolvimento e a integração de nossas cadeias produtivas", completou, repetindo apelo feito por Dilma no dia anterior durante encontro com o presidente equatoriano, Rafael Correa.
Só 14 dos 33 países-membros estiveram representados na cúpula por chefes de Estado ou de governo. Entre as ausências estavam o presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o ditador cubano, Raúl Castro, que não viajaram a Quito -com altitude de 2.800m- por orientação médica. Macri fraturou uma das costelas há duas semanas.
CESSAR-FOGO
Os países aproveitaram a reunião para discutir a missão de monitoramento do cessar-fogo entre o governo da Colômbia e as Farc, aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU na última segunda (25) e que será operada por membros da Celac.
"O pedido [sobre a missão] foi aprovado em tempo recorde no conselho, e isso é um passo importantíssimo que torna irreversível este processo de paz", afirmou o presidente colombiano, Juan Manuel Santos. A ONU definirá os integrantes da missão.
Vieira reforçou, no discurso, a disposição brasileira de contribuir com os esforços. Em outubro, em visita à Colômbia, Dilma já havia mencionado a possibilidade de ajudar na identificação e destruição de minas terrestres instaladas ao longo do confronto, além de contribuição em programas de agricultura familiar e merenda escolar.
Também no encontro, o chanceler do Haiti, Lener Renauld, pediu à Celac que envie uma missão para ajudar a resolver o impasse entre governo e oposição que levou à suspensão do segundo turno das eleições presidenciais.
O pedido, contudo, foi questionado por Rafael Correa, já que o Haiti havia feito à OEA (Organização dos Estados Americanos) uma solicitação semelhante. Até a 0h desta quinta (28), não estava definido se o bloco enviaria uma missão ao país.

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