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Após hostilizá-los, MPL anuncia que pediu encontro com Haddad e Alckmin

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GERAL

Após hostilizá-los, MPL anuncia que pediu encontro com Haddad e Alckmin

FELIPE SOUZA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dia depois de hostilizar o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), o MPL (Movimento Passe Livre) anunciou nesta terça-feira (26) ter protocolado um pedido de reunião com ambos para a próxima quinta (28).
A intenção é discutir o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo e pressionar os governos a revogarem o reajuste, que no dia 9 de janeiro subiu de R$ 3,50 para R$ 3,80.
Os membros do Passe Livre querem que o debate ocorra na frente da Prefeitura de São Paulo, às 19h. Eles exigem que o diálogo seja feito na rua, "com todos os manifestantes".
Na segunda (25), Haddad foi alvo de uma garrafa de plástico no momento em que o MPL protestava nos arredores da Catedral da Sé, logo após a missa em comemoração aos 462 anos da capital paulista. O Passe Livre nega que a agressão tenha partido de seus membros.
"A gente fez ontem um ato para lembrar o Alckmin e o Haddad que não tem aniversário de São Paulo. Tem uma tarifa de R$ 3,80. Mas em nenhum momento os membros do Passe Livre tentaram agredir o prefeito", disse Rafael Siqueira, 40, integrante do MPL.
Os manifestantes também ressaltaram que não vão antecipar o trajeto da manifestação prevista para começar às 17h desta terça na frente da estação da Luz, no centro. Eles dizem que a Secretaria da Segurança Pública usa argumentos mentirosos para forçar os manifestantes a divulgarem o caminho da passeata com antecedência.
"A Constituição não prevê a divulgação do trajeto. Ela prevê apenas uma notificação prévia de que a manifestação vai acontecer. A partir do momento em que o Passe Livre divulga publicamente a manifestação ele já está cumprindo esse aviso prévio", afirmou Luisa Cytrynowics, 20, uma das porta-vozes do movimento..
Cytrynowics afirmou que quem descumpre a Constituição é a Secretaria da Segurança por impedir os manifestantes de prosseguirem por onde desejam. "O trajeto é uma decisão política dos manifestantes e a gente acha um absurdo a polícia tentar tomar isso da gente. Isso mostra como a polícia reprime sempre e usou esse argumento do trajeto como mais uma desculpa para agir com repressão", disse a militante Letícia Cardoso, 20.

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