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Democrata Sanders defende 'revolução política' em sabatina nos EUA

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GERAL

Democrata Sanders defende 'revolução política' em sabatina nos EUA

THAIS BILENKY
NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - Segundo colocado em ascensão nas pesquisas, o pré-candidato democrata Bernie Sanders disse que a experiência de sua oponente Hillary Clinton, ex-secretária de Estado, não suplanta más decisões que, na sua opinião, ela tomou ao longo da carreira.
"Experiência é importante, mas discernimento também é importante", relativizou o senador por Vermont, em sabatina sediada pela CNN, nesta segunda-feira (25). "Ela votou pela guerra no Iraque." Sanders defendeu o próprio histórico ao, por exemplo, combater a falta de regulação de Wall Street.
Hillary falou depois de Sanders e manteve o tom do adversário, mais ameno que o enfrentamento no último debate antes das prévias, que começarão em uma semana, em Iowa. Os pré-candidatos foram interrogados pelo apresentador Chris Cuomo e por eleitores, a maioria dos quais indecisos.
A crítica do oponente, contudo, surtiu efeito, e a ex-primeira dama se sentiu compelida a responder. "Eu tenho uma história muito mais longa que um voto, que eu sei que foi um erro", afirmou Hillary sobre o Iraque.
A ex-secretária de Estado procurou usar a experiência a seu favor, como atestado de sua eficiência, em contraste com um pré-candidato que se define como "socialista democrata", cujas bandeiras ao eleitorado cético parecem utópicas.
"Você precisa ter alguém que seja um lutador comprovadamente", afirmou Hillary.
Ela tentou lucrar créditos com o acordo do governo Barack Obama com o Irã. "Eu comecei as negociações, testando se os iranianos viriam e negociariam de fato", disse. "Você não pode imaginar o quão tenso era."
Sanders defendeu uma resposta mais energética à "crise que o país enfrenta hoje, a desigualdade, a pobreza, um sistema de financiamento de campanha obsceno e injusto".
"Eu gosto de Hillary Clinton. Eu respeito Hillary Clinton", repetiu o senador. "Mas esses problemas são tão sérios que a gente precisa ir além do 'establishment' na política e na economia. Precisamos de uma revolução política em que milhões de pessoas possam dizer 'quer saber, esse nosso grande governo pertence a todos nós, não só a alguns."

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