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Motoristas de van escolar protestam contra mudança de regras em SP

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GERAL

Motoristas de van escolar protestam contra mudança de regras em SP

SIDNEY GONÇALVES DO CARMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os motoristas de vans escolares que participam do programa TEG (Transporte Escolar Gratuito) protestam nesta quinta-feira (21) contra a nova forma de remuneração exigida pela Prefeitura de São Paulo, que passa a valer a partir de fevereiro, quando as aulas recomeçam. Além disso, eles também são contrários a restrição no número de crianças levadas.
Segundo a lei, têm direito ao serviço alunos do ensino infantil e fundamental que possuam restrições físicas ou doenças crônicas e que moram a mais de 2 km das unidades de ensino. O pagamento era realizado pelo aluguel do carro, por quilômetro rodado e por criança transportada. Pelas novas regras, o pagamento será de R$ 155,19 por criança transportada. Com isso, os motoristas dizem que a renda mensal vai reduzir.
"O transporte será prejudicado porque a nova remuneração não cobre as despesas dos motoristas. Muitos estudantes moram longe dos locais em que estudam e, com isso, o motorista terá que arcar com os custos. Além disso, precisa ter um funcionário para auxiliar o motorista no transporte dos estudantes, o que encarece ainda mais", disse Anderson Malafaia, um dos organizadores do protesto.
Malafaia afirma ainda que se não houver modificação das novas regras, muitos estudantes deixarão de ser atendidos e muitos motoristas deixaram de participar do programa.
Ao menos 200 motoristas estão reunidos viaduto do Chá, na altura da rua Libero Badaró, em frente à sede da Prefeitura de São Paulo. Por volta das 10h, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que todo o viaduto e ruas próximas ao local estavam ocupadas pelas vans escolares.
Mais cedo, os motoristas se reuniram na praça Charles Charles Miller, na zona oeste da cidade, onde fizeram uma assembleia e decidiram sair em carreta pelas ruas até a sede da prefeitura. Por volta das 8h40, eles deixaram a praça e passaram pela rua Desembargador Paulo Passaláqua, rua Major Natanael, avenida Dr. Arnaldo, rua da Consolação, rua Xavier de Toledo até chegar ao viaduto do Chá, causando congestionamentos pelas ruas da cidade.
Malafaia disse que o protesto é o último recurso para poder reverter a decisão da prefeitura antes do dia 11 de fevereiro, quando as aulas iniciam. "Assim que saiu o edital, nós entramos na Justiça, tentamos negociar com o Departamento de Transporte Público, com a Secretaria da Educação, mas não obtivemos sucesso. Queremos que suspendam o credenciamento e façam uma reunião com a população e com representantes da categoria, para que não haja um sucateamento da frota."
Os motoristas de vans escolares querem uma reunião com o prefeito Fernando Haddad (PT) ou com o secretário de Transportes, Jilmar Tatto.
A reportagem entrou em contato com Secretaria Municipal de Transporte, mas não obteve retorno.

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