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Sobe para 28 o número de mortos em ataque a hotel de Burkina Fasso

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GERAL

Sobe para 28 o número de mortos em ataque a hotel de Burkina Fasso

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O número de mortos no ataque desta sexta-feira (15) ao Hotel Splendid e ao Café Cappuccino, na capital de Burkina Fasso, chegou a ao menos 28 em balanço oficial divulgado neste domingo (17).
As vítimas do ataque são de 18 nacionalidades, segundo as autoridades burquinenses, que não deram detalhes. Segundo o Itamaraty, não há informação de brasileiros entre elas.
Informações dos governos dos países de origem das vítimas indicam que há ao menos seis canadenses, dois franceses e dois suíços entre os mortos.
O Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia afirmou que uma mulher ucraniana e sua filha morreram no ataque ao café em Uagadugu.
Segundo o porta-voz do ministério, Yevgeny Ignatovsky, a mulher e seu marido eram donos do café Cappuccino, onde ao menos dez morreram quando um grupo armado abriu fogo contra todos no local. O grupo ainda colocou fogo no prédio antes de seguir para o Hotel Splendid, onde outros 18 foram mortos.
As vítimas incluem ainda um cidadão português que estava hospedado no hotel com sua mulher, de origem francesa. Segundo a imprensa portuguesa, um outro cidadão do país, consultor da União Europeia, estava no hotel no momento do ataque, mas saiu ileso.
Entre os mortos, está também um cidadão holandês de 67 anos que fazia trabalho voluntário em Burkina Fasso. O ministro holandês de Relações Exteriores, Bert Koenders, disse lamentar que uma pessoa que contribua com o desenvolvimento do país seja uma vítima de um ataque como o perpetrado em Uagadugu.
O missionário americano Michael Riddering, 45, também foi morto no ataque, segundo informou sua sogra, Carol Boyle.
Ele estava no café Cappuccino, onde se encontraria com um grupo de futuros voluntários do orfanato e centro de apoio à mulher que gerenciava ao lado de sua mulher, Amy Boyle-Riddering, com quem tinha quatro filhos.
Riddering chegou mais cedo ao café e aguardava o grupo com um pastor local. Quando os disparos começaram, os dois correram para direções diferentes. O pastor conseguiu se esconder e sobreviveu ao ataque.
LUTO
O governo de Burkina Fasso decretou três dias de luto após o ataque, invasão e tomada de reféns no Café Cappuccino e no Hotel Splendid.
A ação, reivindicada pela Al Qaeda no Magreb Islâmico, braço da rede terrorista, durou ao menos doze horas até que as tropas burquinenses retomaram o controle do prédio, com a ajuda de forças francesas vindas do vizinho Mali.
Quatro criminosos morreram na ação, um deles num hotel próximo para o qual teria fugido após o ataque.
Em uma mensagem à nação, o presidente do país, Roch Marc Christian Kabore, disse que o povo burquinense precisa se unir na luta contra o terrorismo. Ele anunciou ainda que as forças de segurança estão ampliando os postos de controle nas entradas da capital e de outras grandes cidades, assim como nas fronteiras do país.

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