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Rivais desafiam domínio de Trump em debate republicano nos EUA

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Rivais desafiam domínio de Trump em debate republicano nos EUA

MARCELO NINIO
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Pela primeira vez desde a abertura da campanha, há seis meses, Donald Trump não dominou o debate entre pré-candidatos do Partido Republicano à Casa Branca. Líder nas pesquisas, o bilionário foi seriamente desafiado pelos rivais e chegou a ser vaiado em alguns momentos do debate realizado nesta quinta (madrugada de sexta em Brasília).
A três semanas das primárias dos partidos, quando a campanha começará para valer, os adversários abandonaram de vez a cautela e bateram de frente com Trump, que desta vez não levou sempre a melhor. O senador Ted Cruz, em ascensão nas pesquisas, travou com Trump o duelo mais esperado da noite, encurralando o empresário e, raro, deixando-o sem palavras.
Cruz chegou preparado para rebater as alfinetadas recentes de Trump, que colocou em dúvida a legalidade da candidatura do senador por ele ter nascido no Canadá. O argumento de Cruz é que por ser filho de mãe americana, ele é por lei cidadão americano nato, como foram outros candidatos presidenciais, como o também republicano John McCain, nascido no Panamá.
Conhecido como brilhante orador, Cruz trouxe uma informação que deixou Trump sem jeito.
"Em setembro meu amigo Donald disse que seus advogados analisaram isso de todo jeito e não havia problema. Não havia nada dessa história de nascimento", disse Cruz. "Desde setembro a Constituição não mudou. Mas os números nas pesquisas mudaram".
Trump chegou a ser vaiado ao responder, algo que ainda não tinha experimentado. Ele admitiu que tinha levantado a questão da nacionalidade de Cruz só agora porque o senador começou a crescer nas pesquisas. De acordo com a última, do jornal "Wall Street Jornal" e da TV NBC, Trump continua firme na dianteira, com 33% da preferência, seguido de Cruz (20%), Marco Rubio (13%) e Ben Carson (12%). Jeb Bush e Chris Christie aparecem com 5%.
Uma das surpresas do debate, o sexto entre os pré-candidatos republicanos, foi Jeb Bush, que teve de longe seu melhor desempenho. Embora demonstrando uma certa hesitação, a mesma que o tornou presa fácil para os ataques dos adversários em debates anteriores, Bush demonstrou iniciativa, foi claro em suas intervenções e não cansou de apelar ao único ponto de unanimidade entre os republicanos: a rejeição a Hillary Clinton, líder entre os pré-candidatos presidenciais do Partido Democrata.
"Ela está sob investigação do FBI neste momento", disse Bush. "Se for eleita, nos primeiros cem dias em vez de determinar as prioridades ela poderá estar indo e vindo entre a Casa Branca e o tribunal", disse Bush.
Os demais candidatos foram bem, mas não o suficiente para se elevarem acima dos adversários. O ex-governador Chris Christie, o senador Marco Rubio e o governador de Ohio, John Kasich, alternaram bons momentos com outros esquecíveis. Já o neurocirurgião Ben Carson, que no debate anterior liderava as pesquisas, teve uma atuação apagada neste debate.

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