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Promotoria alemã oferece recompensa para encontrar agressores do Ano-Novo

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GERAL

Promotoria alemã oferece recompensa para encontrar agressores do Ano-Novo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Promotoria de Colônia anunciou nesta quinta-feira (14) uma recompensa de 10 mil euros (R$ 43,2 mil) a quem der informações sobre o paradeiro dos autores de abusos sexuais e outros crimes na noite de Ano-Novo.
A onda de violência na festa provocou indignação na Alemanha. Segundo a polícia, houve 652 queixas, sendo mais da metade de abuso sexual. As vítimas dizem que os agressores tinham feições de pessoas oriundas do norte da África ou do Oriente Médio.
O porta-voz da Promotoria, Ulrich Bremer, disse que as autoridades analisam 350 horas de imagens de câmeras de segurança da região da estação de trem de Colônia, onde ocorreu a festa, e depoimentos de 120 vítimas.
Os investigadores pedem que os participantes da festa enviem fotos ou vídeos das celebrações. Bremer disse que, dos 55 detidos pela polícia local e federal, 13 foram indiciados por crimes como roubo, furto ou receptação e que cinco deles continuam presos.
Ao todo, 739 pessoas registraram boletins de ocorrência sobre crimes ocorridos na noite de réveillon. De todas elas, 430 são mulheres vítimas de crimes sexuais, sendo que duas delas afirmam ter sido estupradas.
Ao Parlamento local, a governadora do Estado de Renânia do Norte-Westfália, Hannelore Kraft, disse entender como a onda de crimes provocou sensação de insegurança, mas pediu que isso não fosse usado contra os refugiados.
"Depois [dos crimes] de Colônia, precisamos de mais, não menos, integração. Nós continuaremos a receber estas pessoas que deixam a guerra e a perseguição em qualquer lugar do mundo", afirmou.
XENOFOBIA
A violência do Ano-Novo levou a protestos de nacionalistas e da extrema-direita contra a chegada dos estrangeiros ao país. No ano passado, a Alemanha recebeu um recorde de 1,1 milhão de solicitações de asilo e refúgio.
Como resposta, a chanceler Angela Merkel enviou ao Parlamento um projeto que facilita a deportação de refugiados e imigrantes que cometerem crimes graves, como estupro e homicídio.
A maioria dos refugiados vem do norte da África e do Oriente Médio, mesmas regiões de origem dos suspeitos da onda de crimes de Colônia. Nos últimos dias, houve protestos em diversas partes do país contra os refugiados.
Nesta quinta, o prefeito de Landshut, no Estado da Bavária, enviou 31 refugiados sírios a Berlim em protesto contra o que considera a inação do governo de Angela Merkel em relação à crise provocada pela chegada dos estrangeiros.

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