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Alemanha registra ataques contra imigrantes após onda de agressões

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GERAL

Alemanha registra ataques contra imigrantes após onda de agressões

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo de seis paquistaneses e um sírio foram atacados na noite de domingo (10) na cidade de Colônia, na Alemanha, em meio à tensão provocada pelas centenas de denúncias de furtos e agressões ocorridas durante as celebrações de Ano-Novo, atribuídas em grande medida a imigrantes.
Segundo as autoridades, um grupo de 20 pessoas atacou seis paquistaneses, dois dos quais passaram pelo hospital para tratar ferimentos. Pouco depois, um sírio foi atacado por cinco pessoas e ficou ferido.
A polícia ainda investiga se as agressões foram motivadas por ódio racial e se têm relação com os incidentes ocorridos na virada do ano.
No sábado (9), a polícia prendeu um imigrante sírio e um afegão suspeitos de ter agredido e roubado um cidadão francês na estação de balsa de Puttgarden, no norte da Alemanha.
Segundo as autoridades, o homem de 49 anos vestia um quipá e esperava uma balsa quando foi atirado contra o chão pelos dois homens, que gritavam "judeu" em árabe. No dia anterior, as autoridades da Dinamarca haviam negado o acesso dos dois estrangeiros ao país.
DENÚNCIAS
Vem aumentando o número de denúncias de casos de violência durante o Ano-Novo em cidades alemãs.
Segundo a polícia de Colônia, até este domingo haviam sido registradas 516 reclamações por indivíduos ou grupos em relação a episódios de furtos e agressões físicas e sexuais durante o Réveillon. Em Hamburgo, 133 denúncias parecidas foram apresentadas, e outros incidentes foram registrados em Frankfurt.
Uma autoridade regional disse que estrangeiros parecem ser responsáveis por todos os episódios de violência registrados no Ano-Novo.
"Baseado no depoimento de testemunhas, em relatório da polícia de Colônia e em descrições da Polícia Federal, parece que pessoas com histórico de migração foram quase exclusivamente responsáveis pelos atos criminosos" disse nesta segunda-feira (11) Ralf Jaeger, ministro do Interior do Estado de Renânia do Norte-Westfália. "Com base no que sabemos da investigação, requerentes de asilo que chegaram no ano passado estão dentre os suspeitos", acrescentou.
A onda de violência levou à destituição do chefe de polícia de Colônia, Wolfgang Albers.
Após a onda de agressões, as críticas à chanceler Angela Merkel por sua política de portas abertas aos refugiados se intensificaram. No ano passado, a Alemanha recebeu 1,1 milhão de pedidos de asilo e refúgio.

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