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Congressistas catalães chegam a acordo e evitam novas eleições

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Congressistas catalães chegam a acordo e evitam novas eleições

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Parlamentares da Catalunha chegaram a um acordo neste sábado (9) para a formação de um governo, evitando, assim, a convocação de novas eleições regionais.
A coalizão Juntos pelo Sim e o partido CUP (Candidatura de Unidade Popular, de extrema esquerda) concordaram que Artur Mas abdicaria de sua candidatura à reeleição como presidente do governo autônomo catalão. Em seu lugar, será indicado Carles Puigdemont, 53, prefeito de Girona.
Jornalista e presidente da Associação de Municípios pela Independência da Catalunha, Puigdemont "tem muito claro que a Catalunha é uma nação com direito de decidir seu futuro", disse Mas, em coletiva de imprensa. O novo líder faz parte do partido de Mas, o conservador Convergência.
Os partidos pró-independência da Catalunha haviam conquistado maioria absoluta no Parlamento regional (72 de 135 cadeiras) nas eleições de 27 de setembro. No entanto, para formar um governo, o Juntos pelo Sim (com 62 deputados) necessitava do apoio da CUP (10 deputados), que rejeitava o nome Artur Mas como líder, por considerá-lo demasiadamente conservador.
Os parlamentes tinham até domingo (10) para chegar a um acordo, quando então seriam obrigados a convocar novas eleições regionais.
Além da renúncia de Mas, o acordo prevê que a CUP ceda dois de seus parlamentares à coalizão Juntos pelo Sim.
SEPARATISMO
"Disputar outras eleições a curto prazo não era o melhor dos cenários, era o pior", disse Mas. Para ele, o acordo garante a estabilidade política necessária para os congressistas trabalharem no projeto de independência da Catalunha.
Impulsionado por sua maioria pró-independência, o Parlamento catalão havia aprovado resolução, em novembro, estabelecendo um plano para criar uma república dentro de 18 meses na região altamente industrializada e populosa no nordeste da Espanha, que corresponde a um quinto da produção econômica do país.
No início de dezembro, porém, o Tribunal Constitucional (TC) espanhol revogou a moção, após recurso do governo de Mariano Rajoy, que considera a iniciativa inconstitucional.
Pesquisas de opinião mostram que a maioria dos catalães apoiam a convocação de um referendo sobre a independência, mas que estão divididos sobre se ela deve ocorrer.

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