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Prefeita é assassinada um dia depois de assumir o cargo no México

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GERAL

Prefeita é assassinada um dia depois de assumir o cargo no México

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Homens armados mataram na manhã deste sábado (2) a prefeita de Temixco, na região central do México. Gisela Mota Ocampo, 33, do Partido da Revolução Democrática (PRD, centro-esquerda), havia assumido o cargo na sexta (1º).
Segundo a polícia, a prefeita recém-empossada foi morta às 7h locais (11h em Brasília) por quatro homens do lado de fora de sua casa. Outras duas pessoas foram encontradas metralhadas perto da residência.
A polícia ainda não conseguiu identificar os dois mortos. Não se sabe também se eles são criminosos ou membros da escolta da prefeita. Minutos depois, os agentes fizeram uma operação que terminou com dois mortos e três presos.
Os presos são um adolescente, um homem de 18 anos e uma mulher de 32. Com eles, foram encontrados uma pistola 9 mm e duas submetralhadoras Uzi. As identidades dos presos e dos mortos também não foram divulgadas.
O governador do Estado de Morelos, Graco Ramírez, disse que a morte da prefeita de Temixco não ficará impune. "Este é um desafio do crime organizado contra as instituições do Estado mexicano. Não podemos voltar à guerra de antes."
Morelos, onde fica Temixco, faz divisa com a parte sul da capital mexicana. Nos últimos anos, os cartéis do tráfico de drogas do vizinho Guerrero começaram a se instalar em diversas cidades da região.
A polícia ainda investiga se o crime foi realizado por traficantes. O secretário de Segurança Pública de Morelos, Alberto Capella, afirma que as primeiras conclusões da investigação deverão ser divulgadas na semana que vem.
Segundo o jornal mexicano "El Universal", a morte da prefeita foi encomendada pelo cartel Los Rojos, que tem sua principal base em Guerrero. A informação não foi confirmada oficialmente pelas autoridades locais.
Los Rojos são rivais do grupo Guerreros Unidos, considerado pela Procuradoria-Geral da República um dos responsáveis pelo desaparecimento de 43 estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa, em 26 de setembro de 2014, na cidade de Iguala.
Na versão dos procuradores, os traficantes teriam atuado em conjunto com o prefeito da cidade, José Luis Abarca, e sua mulher, María de los Ángeles Pineda, familiar de membros do cartel. Os pais dos desaparecidos, no entanto, acusam o Exército e a Polícia Federal de envolvimento no crime.

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