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Órgão da natação no Brasil marca reunião por exigências internacionais

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Órgão da natação no Brasil marca reunião por exigências internacionais

PAULO ROBERTO CONDE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O novo presidente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Miguel Cagnoni, convocou para o próximo dia 22 de agosto uma assembleia geral extraordinária para modificar o regulamento da entidade e se enquadrar em exigências da Fina (Federação Internacional de Natação).

Além da cúpula da confederação, presidentes de federações estaduais também participarão da reunião, que ocorrerá no Rio, onde fica a sede entidade. As alterações no documento regimental são determinantes para que a Fina reconheça a eleição organizada pela Justiça brasileira que empossou Cagnoni, em junho.

Inicialmente, a direção da Fina expressou desagrado pelo fato de a eleição para apontar o presidente da CBDA tenha sido organizada por um interventor nomeado pela Justiça (no caso, o advogado carioca Gustavo Licks).

A ação se deu porque o ex-presidente da entidade, Coaracy Nunes, já tinha tido o mandato expirado -devido a operação policial, ele e outros três dirigentes da confederação (Ricardo Cabral, Sergio Alvarenga e Ricardo de Moura) ficaram presos por três meses por corrupção e foram soltos graças a habeas corpus.

Chegou-se a cogitar que os nadadores brasileiros poderiam disputar o Mundial de Budapeste, que ocorreu no mês passado, sem a bandeira brasileira. Porém, a ameaça não se concretizou.

Na assembleia, haverá consideração sobre inclusão de votos de atletas e clubes nas próximas eleições, formação de comissão nacional de atletas, de conselho fiscal e criação de um departamento de compliance. Um observador da Fina é esperado para acompanhar a reunião.

Pouco depois da eleição de Cagnoni, em 9 de junho, 17 presidentes de federação enviaram carta à federação internacional contestando a vitória.

O novo mandatário, porém, agora acredita que terá maioria para aprovar as alterações.

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