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Inter ataca herança de 2016 e busca reconstrução psicológica do grupo

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ESPORTES

Inter ataca herança de 2016 e busca reconstrução psicológica do grupo

MARIO SALDANHA

PORTO ALEGRE, RS (UOL/FOLHAPRESS) - O Internacional não quer que 2016 deixe nada em seu elenco. Para retomar sua grandeza e voltar à elite do futebol, o Colorado tenta mudar o perfil psicológico do grupo, acabar com a herança do ano anterior nos remanescentes e já toma atitudes para isso.

Um diagnóstico simples do ano passado mostra que o elenco rendeu menos do que poderia por abalar-se com facilidade. A cada gol sofrido, a cada jogo em que a vitória não acontecia, os jogadores ficavam mais preocupados. No fim da temporada, o técnico Lisca sublinhou tal problema. Disse que jamais havia passado por situação semelhante. Quando o time marcou um gol, cinco jogadores caíram no chão aos prantos.

Muitas alternativas foram buscadas para reverter o quadro já no ano anterior. Conversa, auxílio de profissionais da psicologia, momentos de descontração, familiares próximos aos jogadores. Nada deu certo. Agora a conduta é outra.

O primeiro a mostrar sua estratégia para acabar com a herança do ano anterior foi o técnico Antonio Carlos Zago. Segundo ele, há que se enfrentar o problema.

"Eu costumo dizer: quem não quer ser vaiado tem que jogar tênis. Futebol é cobrança, é pressão, ainda mais neste ano no Internacional. Ninguém esconde o momento difícil. Temos que nos acostumarmos com isso. Trabalhamos em um dos maiores clubes do Brasil e do mundo. Isso é normal. Em cima das conversas que tivemos até agora, isso foi passado. Temos que esquecer o ano passado. Vai existir cobrança, pressão, e eles têm que mostrar futebol, eu orientando, conversando, a partir daí, em cima do que nós fizermos, vamos achar um ponto de equilíbrio e uma tranquilidade", falou o treinador.

No primeiro jogo em casa, Paulão foi o alvo dos aficionados. No segundo, neste sábado, foi a vez de Fernando Bob.

A direção também está agindo para contornar a interferência do ano passado no elenco. Só que em vez de propor 'tratamento', está trocando o perfil dos jogadores. Quem chega no Inter é avaliado se poderá ou não lidar com isso.

"Não estamos preocupados, mas atentos a isso. É evidente que o time que foi rebaixado precisa mudar o perfil psicológico. Mas não fazemos isso da noite para o dia. Não basta estalar um dedo e tudo fica como queremos. Estamos trabalhando, a gestão há um mês. Algumas movimentações vão acontecer e procuramos trazer jogadores que tenham o perfil de insurgir contra a derrota", falou o vice de futebol Roberto Melo.

Até agora chegaram: Klaus, Roberson, Alemão, Carlinhos, Uendel, Neris e Carlos. O último será anunciado nesta segunda-feira. E ainda há possibilidade de mais contratações.

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