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Ramón Ábila perde pênalti e Cruzeiro apenas empata com a Chapecoense

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ESPORTES

Ramón Ábila perde pênalti e Cruzeiro apenas empata com a Chapecoense

- Atualizado em 16/10/2016 19:15

THIAGO FERNANDES

BELO HORIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) - O Cruzeiro apenas empatou com a Chapecoense na tarde deste domingo (16), no Mineirão. Com pênalti desperdiçado por Ramón Ábila, os comandados de Mano Menezes não saíram de um 0 a 0 em partida válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. O centroavante argentino, Lucas, Rafinha e Rafael Sóbis tiveram as melhores oportunidades da equipe.

Com o resultado, os mineiros chegam a 38 pontos, quatro a mais que o Sport, que enfrenta o Vitória às 19h30 (de Brasília) deste domingo (16). A Chape, por outro lado, ocupa a 11ª posição, com 42, e fica a seis do Botafogo, último colocado do G-6.

O goleiro da Chapecoense foi o principal nome em campo. Danilo defendeu pênalti cobrado por Ramón Ábila na etapa complementar, mas não se limitou a isso. O arqueiro ainda fez defesas preponderantes para a equipe visitante. No primeiro tempo, o centroavante argentino e Rafinha foram paralisados. As intervenções acarretaram no posto de melhor em campo do atleta.

O atacante Rafael Sóbis atuou pelos lados do ataque do Cruzeiro, mas não foi eficiente enquanto esteve em campo. Não é à toa que foi substituído por Willian na etapa complementar. A sua saída foi pelo fato de não conseguir criar jogadas e tampouco finalizar com qualidade.

O JOGO

O Cruzeiro atacou desde o primeiro minuto do confronto. A equipe comandada por Mano Menezes criou ótimas oportunidades pelas laterais do campo, mas não foi eficiente a ponto de balançar a rede de Danilo. Lucas acertou a trave direita do adversário.

Ramón Ábila e Rafinha pararam nas boas defesas do goleiro do time catarinense. Henrique também teve boa oportunidade de balançar a rede, mas desperdiçou.

A Chapecoense apostou em Cléber Santana para arquitetar o jogo. O meio-campista não decepcionou quando teve a bola nos pés. Ele criou as melhores oportunidades dos comandados de Caio Júnior.

O jogador começou a jogada que acarretou em boa finalização de Kempes da intermediária e cobrou um escanteio com a intenção de marcar um gol olímpico. Contudo, mandou pelo lado de fora da rede de Rafael.

Os jogadores do Cruzeiro se queixaram da arbitragem de Luiz Flavio de Oliveira na etapa inicial. Rafinha recebe lateral de Edimar e tentou toque de cabeça para a grande área. O meia-atacante pediu pênalti na ocasião, mas a arbitragem mandou o jogo seguir. O público presente no Mineirão também chiou, mas nada mudou a opinião do árbitro filiado à Federação Paulista de Futebol (FPF) e que está presente no quadro da Fifa.

Mano Menezes alterou a maneira de atuar do Cruzeiro. Lucas Romero assumiu a função de primeiro volante, enquanto Henrique tem a incumbência de sair para o jogo mais à frente. A troca se deu pela entrada do argentino na vaga do compatriota Ariel Cabral. A mudança faz com que os mineiros tenham mais segurança na marcação. Por outro lado, Robinho, Rafinha e Rafael Sóbis têm liberdade o suficiente para chegar ao ataque.

Já a escalação de Caio Júnior foi voltada para a marcação. A Chapecoense evitou sair para o ataque e se limitou aos contragolpes. Matheus Biteco, Sérgio Manoel e Alan Ruschel contribuíram bastante nos lances de recomposição e evitaram que o mandante tivesse muitos espaços na chegada ao sistema ofensivo.

O Cruzeiro aproveitou falha de Cleber Santana e criou boa oportunidade de marcar. Ramón Ábila é derrubado por Danilo e sofre pênalti. O centroavante mesmo cobrou a infração e exigiu boa intervenção do goleiro. Na ocasião, ele finalizou no centro do gol, mas o camisa 1 da Chapecoense defendeu com os pés.

CRUZEIRO

Rafael; Lucas, Léo, Bruno Rodrigo e Edimar; Henrique (Ariel Cabral – Intervalo), Lucas Romero, Robinho e Rafinha (Alisson); Rafael Sobis (Willian) e Ramón Ábila

T.: Mano Menezes

CHAPECOENSE

Danilo; Gimenez, Thiego, Neto e Dener Assunção (Gil); Sérgio Manoel, Matheus Biteco, Cléber Santana e Alan Ruschel (Hyoran); Ananias e Kempes (Bruno Rangel)

T.: Caio Júnior

Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)

Cartões amarelos: Lucas Romero (CRU); Cléber Santana (CHA)

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