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Oswaldo defende currículo, questiona rejeição e pede apoio

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ESPORTES

Oswaldo defende currículo, questiona rejeição e pede apoio

- Atualizado em 14/10/2016 17:40

DANILO LAVIERI

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - “Tirando o Tite, que é o melhor treinador do mundo, quem seria mais indicado para o time do que alguém que foi campeão paulista, do Brasileiro e do Mundial?”.

Com essa frase, Oswaldo de Oliveira se apresentou ao Corinthians e disse não se importar com a intensa pressão que sofrerá ao comandar o Corinthians. O treinador foi apresentado nesta sexta (14), em meio a uma guerra política desencadeada com a escolha feita única e exclusivamente pelo presidente Roberto de Andrade. O diretor-adjunto de futebol, Eduardo Ferreira, deixou cargo com a decisão.

O treinador, que trará três membros para a sua comissão técnica, minimizou as críticas que tem recebido e respondeu a algumas delas. Ele questionou a rejeição e usou suas conquistas no passado para defender sua capacidade e disse que é um grande prazer trabalhar novamente na equipe que o revelou em 1999. “Eu acho que fica abstrato e sem consistência falar dos meus trabalhos. Ontem eu estava vendo a TV e, depois de uma entrevista do Guilherme, os comentaristas da ESPN começaram a falar dos meus últimos trabalhos. Falam que meu último trabalho foi no Botafogo, em 2013, mas esquecem que fui vice-campeão em 2012. De lá para cá, meu trabalho foi interrompido no Santos e no Palmeiras, de uma forma que ninguém entendeu. No Flamengo, eu fui para terminar a temporada e pensar no ano seguinte, mas fui demitido sem explicação”, afirmou. “Quer falar do meu trabalho, fale dos meus cinco anos no Japão, em que eu ganhei nove títulos. Fale que eu fiz um bom Brasileirão com o Botafogo. Porque trabalho de três, cinco ou seis meses não têm consistência. Quando ingerências políticas e outros detalhes não deixam a gente trabalhar, não tem como completar”, acrescentou.

Oswaldo confirmou que já estará no banco de reservas neste domingo (16), contra o América-MG, na Arena Corinthians. Ele convocou a torcida a apoiar e já antecipou críticas a possíveis vaias. “Quem ama o clube não vai para o estádio para vaiar. Ele não tira a credibilidade do time, não ataca o seu jogador porque isso só ajuda o adversário”, afirmou. “Eu estou acostumado com o torcedor do Corinthians que apoia, desde 1999, e sei que isso vai continuar. Vim jogar outras vezes aqui e vi o quanto é difícil enfrentar o Corinthians na Arena. É com esse corintiano que estou acostumado.”

Por fim, Oswaldo afirmou que a obrigação do Corinthians será brigar por uma vaga na Libertadores e que o time está concentrado nas duas competições que está disputando: a Copa do Brasil e o Brasileiro.

Ele descartou mudanças bruscas no time titular e disse que seguirá tudo o que o interino Fábio Carille passou a ele neste primeiro momento, mas destacou que aposta em seu trabalho surtindo efeito a partir de 2017.

Posicionado ao lado de Oswaldo na apresentação, o presidente corintiano manifestou apoio ao novo treinador. “Não há desavença no conselho. O que há é nem todo mundo gosta de vermelho. Precisa ter confiança no trabalho do Oswaldo, ele tem um bom currículo. E assim como ele disse que tem um bom currículo, eu também vou dizer que tenho um bom currículo. Estive em todas as últimas conquistas do Corinthians, como diretor ou presidente”, declarou Roberto de Andrade.

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