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Jogador diz que foi agredido por PM ao reclamar da arbitragem

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Jogador diz que foi agredido por PM ao reclamar da arbitragem

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O jogador Leandro, do Capivariano, diz ter sido agredido por um policial militar após o jogo contra o Ituano, neste domingo (28), no estádio Novelli Júnior, em Itu, pela sétima rodada do Campeonato Paulista.
Após o fim da partida, os jogadores do Capivariano, que foi derrotado por 2 a 1, reclamaram com a arbitragem dos pênaltis marcados para o adversário. Imagens do canal "SporTV" mostram policiais reagindo com golpes de cassetete na entrada dos vestiários.
Leandro, capitão da equipe, ficou com um hematoma na cabeça e afirmou ao "SporTV" que tentava acalmar os companheiros quando foi agredido.
"Você tenta tirar as pessoas, e um homem por estar fardado acha que é mais homem que todo mundo. Tenho certeza, se vir no mano a mano não fica não. O que ele fez é errado, vai pagar pelo que fez. Eu estava dentro do vestiário, tirando o pessoal. Depois que acabou o jogo, não vai mudar o resultado. Negócio é minimizar o problema. Eles acham que tem mais autoridade que todo mundo. [O hematoma] foi cassetete. Acham que nós somos vagabundos", disse.
O árbitro Luiz Flavio de Oliveira relatou o episódio na súmula da partida e considerou que os policiais militares utilizaram "força proporcional".
"Quando nos dirigíamos para nosso vestiário, no corredor de acesso ao mesmo, havia vários dirigentes da equipe do Capivariano Futebol Clube [...] que, muito alterados e se forçando contra a barreira de policiais, proferiam palavras como: 'vocês são safados, sem vergonha, roubaram a gente, vergonhoso, ladrões, pilantras, dois pênaltis inexistentes'. Como o acesso era muito estreito, aguardamos por pelo menos três minutos e após a ação policial para que pudéssemos sair com segurança, momento no qual os referidos dirigentes forçaram furar o bloqueio policial, que utilizaram de força proporcional para preservação de nossa integridade física."
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e aguarda um posicionamento.

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