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Acordo com Justiça libera ato da CUT na Paulista

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ECONOMIA

Acordo com Justiça libera ato da CUT na Paulista

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um acordo fechado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) com a Prefeitura de São Paulo na Justiça permitirá a realização de um ato de 1º de maio na avenida Paulista, no centro da capital.

A decisão, tomada em audiência neste domingo (30) no Tribunal de Justiça de São Paulo, reverte liminar de sábado (29) que proibira o evento.

A proibição se baseava em um TAC (termo de ajuste de conduta) assinado pelo Ministério Público Estadual e pela prefeitura em 2007, que liberava apenas três eventos culturais de grande porte na avenida: a Marcha para Jesus, a Parada Gay e o réveillon.

Para chegar a um acordo, a CUT aceitou dividir a comemoração de 1º de maio em duas partes. A entidade promoverá primeiro um ato político na Paulista, a partir das 14h, e os sindicalistas depois seguirão em marcha com um carro de som até a Praça da República, onde haverá shows.

A avenida Paulista estará aberta para pedestres e fechada para o tráfego de veículos, como acontece normalmente aos domingos e feriados.

Na semana passada, o prefeito João Doria (PSDB) afirmou que não permitiria que a manifestação ocorresse na avenida e moveu ação na Justiça contra a central sindical.

A Força Sindical, a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e a UGT (União Geral dos Trabalhadores) também planejam eventos na capital no Dia do Trabalho, que devem ecoar os protestos de sexta (28) contra as reformas trabalhista e da Previdência.

INCOMPREENSÃO

Dois dias depois de paralisações e protestos em mais de 130 cidades do país, o presidente Michel Temer afirmou que a reforma trabalhista defendida pelo governo é alvo de "incompreensões".

"O brasileiro é naturalmente um povo otimista. Aconteça o que acontecer, o Brasil continuará a trabalhar", afirmou Temer em São Paulo, na manhã deste domingo (30).

O presidente disse que a reforma da legislação trabalhista, aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta (26), "gera, em um primeiro momento, incompreensões, objeções, contestações, mas que são típicas da democracia plena que nós vivemos no nosso país".

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