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ATUALIZADA - Rio tem novo protesto de servidores contra ajuste fiscal

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ECONOMIA

ATUALIZADA - Rio tem novo protesto de servidores contra ajuste fiscal

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - No dia da volta do recesso parlamentar do Rio, novos conflitos foram registrados na porta da Alerj, onde ocorre na tarde desta quarta-feira (1º) um protesto de servidores públicos contra o ajuste fiscal.

Os deputados reelegeram Jorge Picciani (PMDB), atual presidente da casa, com 64 votos a favor e 6 contra. Ele terá o sexto mandato à frente do parlamento do Estado.

Policiais Militares e homens da Força Nacional atiram bombas de gás lacrimogêneo e efeito moral contra manifestantes que se aproximavam próximo das grades instaladas para cercar a Alerj.

O conflito começou por volta das 14h e até o meio da tarde era possível ouvir bombas pelas ruas do centro, cheio no horário comercial.

As primeiras medidas do pacote de recuperação fiscal acordado com o governo federal começam a ser votadas no próximo dia 7.

A adoção de medidas de austeridade foi uma das condições para que o governo federal aceitasse que o Estado ficasse livre de pagar por três anos os juros da dívida que tem com a União.

Será votada na Alerj a possibilidade de repasse das ações da Cedae, a companhia de águas e esgoto do Rio, ao governo federal. A ideia é que as ações sejam dadas como garantia em futuro empréstimo.

Servidores que participam do protesto trazem adesivos colados no peito com dizeres contra a venda da empresa, a única do Estado com superavit.

Outra proposta na mesa é o aumento da contribuição previdenciária dos servidores, dos atuais 11% para 14%, além de um contribuição compulsória de 8% nos próximos três anos.

No pacote enviado por Pezão em novembro passado, 10 das 21 propostas ou foram rejeitadas ou saíram de pauta. A discussão da alíquota previdenciária nem chegou a ser levada a votação.

O governo do Rio enfrenta uma onda de protesto de servidores sem precedente na história. Os protestos são encabeçados por grupos que tem força de exercer pressão contra o executivo, como policiais civis e servidores da Justiça e do Ministério Público.

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