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Dilma assina decreto que gera economia de taxas e papeis a empresas

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ECONOMIA

Dilma assina decreto que gera economia de taxas e papeis a empresas

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A presidente Dilma Rousseff assinou decreto nesta quinta-feira (25) que pode permitir uma economia de quase meio de bilhão de reais às empresas brasileiras com o fim de gastos em taxas de registro e impressões de livros contábeis.
A medida, que será publicada na edição de sexta-feira (26) do "Diário Oficial da União", foi anunciada pelo presidente nacional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Guilherme Afif Domingos, e foi antecipada pela Folha de S.Paulo.
A iniciativa acaba com a necessidade de autenticação pelas Juntas Comerciais de livros contábeis enviados à Receita Federal por meio do Sistema Público de Escrituração Digital, o Sped.
A estimativa é que, com a desobrigação das taxas de autenticação, a redução de custo chegue a R$ 26 milhões neste ano. Em cinco anos, poderá chegar a R$ 433 milhões, incluindo também o corte de gastos com a impressão dos livros fiscais.
"O mundo evoluiu, mas a legislação federal ainda exige o carimbo aos livros contábeis. Hoje, existem mais de 1,8 milhão de livros com atrasos. O decreto elimina essa necessidade", explicou Domingos.
O programa Bem Mais Simples Brasil também estima que o fim da impressão de livros pouparia 468 mil árvores e o equivalente a 47 mil caminhões-pipa de água. Haveria ainda economia de energia suficiente para sustentar uma cidade de 14 mil habitantes por um ano.
TRADUTORES E LEILOEIROS
O presidente nacional do Sebrae anunciou ainda que o governo federal enviará projeto de lei ao Congresso Nacional para para desburocratizar as atividades profissionais de tradutores juramentados e leiloeiros, que poderão atuar em todo o país, e não apenas nos estados nos quais são registrados.
No esforço de reduzir o custo com a impressão de papéis, o governo federal estuda acabar com a obrigatoriedade de publicação em jornais públicos e privados de balanços, atas e demonstrações financeiras por empresas de capital aberto.
A ideia é estabelecer que os informes públicos sejam feitos apenas em meios digitais. A estimativa do governo federal é que a iniciativa gere uma economia para as empresas públicas e privadas de até R$ 943 milhões, incluindo gastos com publicação, checagem e arquivamento.
Na mesma linha de reduzir a burocracia brasileira e cortar custos, o governo federal estuda ainda medida que tornará automática a transferência de veículos.

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