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Crise aumenta informalidade do emprego nas metrópoles em 2015

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ECONOMIA

Crise aumenta informalidade do emprego nas metrópoles em 2015

BRUNO VILLAS BÔAS
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O aumento da taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas em 2015 foi acompanhado pelo crescimento da informalidade e de atividades autônomas, como costuma ocorrer em períodos de crise.
O número de pessoas com carteira de trabalho assinada foi de 11,5 milhões em dezembro do ano passado, queda de 5% frente ao mesmo mês do ano anterior. São 603 mil empregos formalizados a menos.
É o menor contingente desde julho de 2012, segundo dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) divulgados nesta quinta-feira (28) pelo IBGE.
O avanço da formalização foi uma conquista social do mercado nos últimos anos. Com carteira assinada, o trabalhador está protegido por um colchão de direitos, de férias ao 13º salário.
"Esse movimento diferenciado de 2015 se dá sobretudo pelo processo de dispensa de atividades importantes e o que isso acarreta, dispensando trabalhadores com maiores rendimentos e com carteira assinada", disse Adriana Beringuy, técnica de Trabalho e Rendimento do IBGE.
Dos setores acompanhados pelo IBGE, dois são considerados os principais responsáveis pela redução do número de carteiras assinadas, por serem considerados mais formalizados: a indústria e os serviços.
A indústria cortou 296 mil postos de trabalho entre dezembro de 2014 para 2015, uma queda de 8,4%. Já o setor de serviços para empresas cortou 103 mil vagas, uma queda de 2,6%.
Com dificuldades para voltar ao mercado após perder o emprego, parte desses profissionais estão usado o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e seguro-desemprego para criar seus próprio negócio.
O número de trabalhadores por conta própria -sem auxílio de empregados remunerados- teve assim um crescimento de 4,6% em 2015, frente ao ano anterior, ou 204 mil pessoas a mais no período, segundo o IBGE.
A piora em 2015, claro, não elimina completamente os avanços do mercado. Em 2003, início da série histórica da pesquisa, havia apenas 7 milhões de pessoas com carteira de trabalho assinada.

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