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Vendas de iPhones ficam quase estáveis, o pior resultado desde 2007

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ECONOMIA

Vendas de iPhones ficam quase estáveis, o pior resultado desde 2007

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As vendas do iPhone cresceram apenas 0,4% no último trimestre do ano passado, o menor ritmo de crescimento para o produto desde seu lançamento, em 2007. O resultado, abaixo do esperado por analistas, dá força às preocupações de que o smartphone tenha chegado ao seu limite.
De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (26), a companhia vendeu 74,8 milhões de aparelhos nos últimos três meses de 2015, só 300 mil a mais que os registrados no mesmo período de 2014.
Apesar de a receita da companhia ter crescido 14% no trimestre, a Apple começa a sentir efeitos de mudanças nas economias ao redor do mundo -especialmente em Hong Kong, segundo Luca Maestri, chefe de finanças da companhia. "Está ficando mais aparente que nós estamos vendo alguns sinais de suavidade econômica", disse ele à agência Reuters. "Nós estamos começando a ver coisas que não tínhamos visto antes".
No Brasil, hoje o quarto maior mercado de smartphones do mundo (atrás de China, EUA e Índia), a participação da companhia se manteve estável, segundo estimativas da consultoria Euromonitor. Os iPhones representaram 10% dos 63,2 milhões de smartphones vendidos no Brasil em 2015, índice só um pouco menor do que os 9,9% registrados em 2014. Enquanto isso, os celulares rivais munidos de sistemas Android, oscilaram um pouco para baixo, de 80,2% para 79,9%.
O resultado não é desprezível para a companhia de Tim Cook, dadas as condições de seu produto no país: em meio a uma aguda crise econômica e à alta do dólar, a companhia começou a vender o iPhone 6s e o 6s Plus a preços recordes (de R$ 3.999, para o mais básico, a R$ 4.899, no mais avançado).
Um dos motivos disso é que, no Brasil, as vendas da categoria de celulares ultracaros, onde se enquadra o iPhone, não são tão influenciados pelo valor. A marca, aspecto que em que a Apple continua à frente, é mais importante.
"Os brasileiros ainda enxergam valor sentimental nos iPhones, que possuem forte relação com o status pessoal do consumidor", afirma Leonardo Freitas, analista de pesquisa da Euromonitor. "Muitos deles acabam recorrendo ao crédito, parcelando a compra, um comportamento que tende a diminuir em 2016 diante da situação macroeconômica e da retração do poder de compra."

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