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Sargento da PM é preso sob acusação de estuprar o próprio filho de 9 anos

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ABERRAÇÃO INDEFENSÁVEL

Sargento da PM é preso sob acusação de estuprar o próprio filho de 9 anos

Dauvandro Holanda Ayres é investigado pela Delegacia de Proteção a Criança - Foto: ​portal Metropoles

Um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (DF) encontra-se preso preventivamente acusado de estuprar o próprio filho de 9 anos. Dauvandro Holanda Ayres é investigado pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) e está detido desde 28 de fevereiro, no 6º Batalhão da PM, no Plano Piloto. Ele já trabalhou no Batalhão de Choque (BPChoque) e na Central Integrada de Atendimento e Despacho da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

O inquérito aberto pela DPCA, que corre sob segredo de Justiça, apura as circunstâncias da violência sexual que a criança teria sofrido. Imagens feitas por meio de um celular estão em poder da polícia e mostrariam a criança sendo abusada e torturada pelo militar. As fotografias mostram o menino sendo mordido, amordaçado e amarrado pelo sargento.

Conforme a família da criança, os estupros estariam ocorrendo desde o ano passado e só foram descobertos quando o menino contou para a avó materna. De acordo com os relatos do menino, os abusos ocorriam à noite e quando ela estava sozinho com o pai.

Amedrontada
O policial, segundo as investigações, teria agredido e ameaçado a ex-mulher de morte — em novembro do ano passado — para evitar que o caso viesse à tona. Mas ela registrou um boletim ocorrência na 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) e relatou em depoimento que havia sido espancada, além de denunciar o estupro da criança. 

Medida protetiva
A Justiça, então, decretou medida protetiva e determinou que o policial deixasse a residência onde vivia com a família e não mantivesse qualquer tipo de contato com a ex-mulher e o filho. Pouco depois, mãe e filho deixaram a residência em Ceilândia e se mudaram para a casa de parentes.

Outro inquérito
O caso de violência doméstica do policial contra a mulher resultou na abertura de outro inquérito, conduzido pela Delegacia de Atendimento a Mulher (Deam). A Polícia Militar informou que abriu um processo administrativo para apurar a conduta do sargento.O material apreendido na casa do policial, HDs externos, computador e fotografias, está sendo periciado pela Polícia Civil.

Liberdade negada
Um pedido de liberdade provisória feito pelos defensores do policial militar foi negado pela Justiça. Os advogados do sargento ainda não se manifestaram à imprensa sobre o caso.

As informações são do portal Metropoles

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