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Maconha pode ajudar no tratamento da dependência de drogas como crack, opiáceos e álcool, sugere estudo

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TERAPIA ALTERNATIVA

Maconha pode ajudar no tratamento da dependência de drogas como crack, opiáceos e álcool, sugere estudo

Foto: Pixabay - imagem ilustrativa

Usar maconha pode ajudar alguns alcoólatras e pessoas viciadas em crack e opiáceos a mudar radicalmente seus hábitos, sugere um novo estudo publicado recentemente na revista Clinical Psychology Review..A pesquisa também encontrou algumas evidências de que a cannabis medicinal pode ajudar a minimizar os sintomas de depressão, PTSD e ansiedade social. No entanto, a análise científica concluiu que o uso de cannabis pode não ser recomendado para condições como transtorno bipolar e psicose.

"A pesquisas sugerem que as pessoas podem estar usando a cannabis como uma droga alternativa para reduzir o uso de substâncias potencialmente mais nocivas, como a medicação para dor de opióides", afirmou Zach Walsh, professor adjunto de psicologia no campus da UBC em Okanagan, no Canadá e pesquisador chefe do estudo.

"Ao analisar as evidências limitadas sobre a cannabis medicinal, parece que os pacientes e outros que têm defendido a maconha como uma ferramenta para a redução de danos e saúde mental têm alguma razão", disse Walsh.

Com a legalização da maconha possível já no próximo ano no Canadá, "é importante identificar maneiras de ajudar os profissionais de saúde mental a ir além do estigma para entender melhor o risco e os benefícios da cannabis", acrescentou Walsh.

Cannabis para fins medicinais
Segundo o pesquisador, atualmente, não há muita orientação clara sobre como profissionais de saúde mental podem trabalhar melhor com pessoas que estão usando cannabis para fins medicinais". "Com o fim da proibição, dizer às pessoas para simplesmente parar de usar não tem o menor sentido; por isso saber como considerar a cannabis na equação de tratamento se tornará uma necessidade", ressalta.

A pesquisa de Walsh foi realizada junto com Michelle Thiessen da UBC, Kim Crosby e Chris Carroll, Raul Gonzalez da Universidade Estadual da Flórida e Marcel Bonn-Miller do Centro Nacional de PTSD e Centro de Inovação e Implementação na Califórnia.

Com informações do portal da sciencedaily.com

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