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Espaço para proteção a migrantes, refugiados e apátridas é inaugurado

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EM CURITIBA

Espaço para proteção a migrantes, refugiados e apátridas é inaugurado

- Atualizado em 05/10/2016 16:25
O haitiano Daniel Felício lembra-se de como foi difícil viver os primeiros meses no Brasil - Foto: Rogério Machado/SECS

Foi inaugurado em Curitiba nesta semana o Centro Estadual de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas (Ceim), onde vão ser disponibilizados vários serviços aos migrantes que chegam à Capital do Paraná. O centro, situado na Rua Desembargador Westphalen, 15, 13º andar, Edifício Dante Alighieri, foi viabilizado através de parcerias entre as Secretarias de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos; da Família e Desenvolvimento Social; da Educação, da Saúde e da Administração e Previdência.

O Brasil abriga quase dois milhões de migrantes regulares, conforme estatísticas da Polícia Federal atualizadas em março de 2015. Um número que não reflete a realidade já que muitas vezes a entrada de estrangeiros no País não é legal e por isso não é registrada. Como existem diversas instituições prestando atendimento, as informações são desencontradas. 

“Por essa razão o Paraná vai começar um trabalho, em parceria com os municípios, para mensurar o número de migrantes e refugiados que vivem em nosso Estado. Um trabalho de extrema importância para oferecer um acolhimento de qualidade a essas pessoas”, explicou o secretário de Estado da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos , Artagão Júnior.

A secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, falou sobre a importância desse espaço diante do cenário mundial. “Temos visto que os refugiados estão correndo pelo mundo inteiro, existe a necessidade de apoio. A criação desse espaço foi um pedido do governador Beto Richa e nós não poderíamos nos eximir dessa responsabilidade”, ressaltou Fernanda.

A diretora do Departamento de Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria da Justiça, Fátima Ikiko Yokihama, disse que o Centro prestará informações básicas para que o migrante e o refugiado tenham acesso às políticas públicas.Trabalho com os municípios

Começo difícil
A chegada ao Brasil é muitas vezes difícil e confusa, principalmente por causa da língua. O haitiano Daniel Felício lembra-se de como foi difícil viver os primeiros meses no País. “Eu não sabia onde procurar ajuda. Não sabia onde me informar. Por isso um lugar como este é tão importante”, conta Daniel, que há três anos vive no Brasil.Com informações da Agência Estadual de Notícias

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