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Pesquisa revela que pombos sabem distinguir palavras

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SURPREENDENTE

Pesquisa revela que pombos sabem distinguir palavras

Pombos podem aprender a distinguir palavras reais de não-palavras (Foto: Reprodução/Pixabay)

Pesquisa da Universidade de Otago, na Nova Zelândia e da Universidade de Ruhr, na Alemanha mostra que os pombos podem aprender a distinguir palavras reais de não-palavras, processando visualmente suas combinações de letras.

Os pesquisadores descobriram que o desempenho dos pombos foi semelhante com o apresentado anteriormente em babuínos para este tipo de tarefa complexa. O estudo, publicado na revista científica PNAS -  Proceedings Journal of the National Academy of Sciences , é o primeiro a identificar uma espécie não-primata como tendo habilidades "ortográficas".

Dr. Damian Scarf / Image courtesy of University of Otago

No experimento, quatro pombos foram treinados para bicar numa tela palavras de quatro letras assim que eram exibidas em contraste com os simbolos tambem apresentados na tela. Os pesquisadores trabalharam com 26 a 58 palavras e mais de 8000 não-palavras.

Para verificar se os pombos estavam aprendendo a distinguir palavras de não-palavras, em vez de apenas memorizar-los, os pesquisadores sistematicamente iam introduzindo palavras que as aves nunca tinha visto antes. Os pombos identificaram corretamente as novas palavras como palavras num desempenho acima do esperado.

De acordo com o primeiro autor do estudo, o Dr. Damian Scarf da Universidade do Departamento de Psicologia da Otago, eles realizaram essa façanha, acompanhando a probabilidade estatística de que "bigramas", pares de letras, como "PT" e "AL", são mais associados às palavras.

Professor Onur Güntürkün, um dos co-pesquisadores de do Departamento de Biopsychology da Universidade de Ruhr, diz "que os pombos - separados por milhões de anos de evolução dos seres humanos, mostram uma habilidade surpreendente com o processamento ortográfico”.

Outro dos autores do estudo, o professor Michael Colombo do Departamento de Psicologia da Otago University, diz que "precisamos repensar o uso da expressão 'cérebro de passarinho’ como diminutivo. "

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