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Natação para bebês é atividade divertida e ajuda na socialização

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SAÚDE

Natação para bebês é atividade divertida e ajuda na socialização

- Atualizado em 01/10/2016 21:24
Natação para bebês é atividade divertida e ajuda na socialização. Foto: Tribuna do Norte

Os laços de carinho e amor entre a professora de biologia, Andressa da Fonseca Silveira, 34 anos, e a filha Milena, 2, de Apucarana, se estreitam durante as aulas de natação. Além de ser uma atividade divertida para os pequenos, o esporte também ajuda na socialização, desenvolve a capacidade pulmonar e traz domínio no meio aquático.

Andressa é mãe de Eduardo, 6, que também faz natação desde os 8 meses de vida. Ela conta que matriculou os filhos por questões de segurança. “Sempre tive medo de água e não queria que eles passassem pelo mesmo problema que eu. Assim, meus filhos ficam mais responsáveis em relação a água e ainda desfrutam dos benefícios da modalidade”, explica.

Outra mãe que matriculou cedinho os filhos na natação é a professora de educação infantil, Tatiana Folk de Almeida, 31. A caçula Luana, 2, começou há um mês, e a primogênita Sofia, 7, frequenta as aulas desde os 6 meses. “Além de trazer benefícios para a saúde delas, é um momento de carinho e interação”, acrescenta.

Por questões de saúde e precaução, a empresária Thayza Venturino, 29, colocou a filha Hyzadora, 2, quando ela tinha 6 meses na escola de natação. “Temos piscina em casa e desde que eu estava grávida fui pesquisando sobre o assunto para evitar acidentes. Eu fico mais segura sabendo que ela sabe nadar”, reforça. A mãe diz que a pequena também sofre com rinite, bronquite e asma. “A natação é ótima para melhorar problemas respiratórios”, sublinha.

Quer mais motivos para matricular seu filho na natação? Madalena Xavier, educadora física e professora de natação de Apucarana, cita mais benefícios da modalidade. “A criança cresce com uma memória aquática e com o passar do tempo vai desaparecendo. Por volta dos três anos os pequenos começam a entender e sentir medo da água, por isso, o gosto pela modalidade deve ser estimulado precocemente”, explica.

Madalena explica que as aulas reforçam a integração e o vínculo harmônico nesta etapa chave da vida do bebê. Além disso, estas relações de segurança emocional e física durante o primeiro ano de vida se transformam em segurança motora, facilitando o processo de aprendizagem.

O terceiro mês de vida do bebê, de acordo com Madalena, fase ideal para começar a atividade, é o período que ainda há presença de reflexos importantes que facilitam o trabalho na água. A criança não está adaptada a posição ereta, aceitando melhor as posições ventral e dorsal. Além disso, elas estranham menos as pessoas. No entanto, a profissional diz que é importante que a mãe esteja segura em relação a natação. “ É ela que vai dar suporte ao bebê no início das aulas”, sublinha.

Crianças com problemas respiratórios, de acordo com a educadora física, se beneficiam, pois, o trabalho respiratório é iniciado logo nas primeiras aulas e vai evoluindo conforme o desenvolvimento do bebê. Em relação ao uso de boias durante as aulas, Madalena diz que o objeto é utilizado apenas como recreação. “O objetivo é que a criança saiba dominar a água e ter o nado de sobrevivência. O uso de boias pode criar uma falsa segurança”, alerta.

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