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​Católicos celebram hoje o Dia da Padroeira da Diocese de Apucarana 

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RELIGIOSIDADE

​Católicos celebram hoje o Dia da Padroeira da Diocese de Apucarana 

A diocese de Apucarana (PR) celebra nesta semana a Festa de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira da Catedral da diocese e do município. A programação em louvor a Nossa Senhora de Lourdes se estenderá até o dia 11 (quinta-feira), quando diariamente acontecerá missa, novena e bênçãos especiais. Bênção dos alimentos, bênção aos jovens, estudantes, trabalhadores, doentes e da água.

Monsenhor Roberto Carrara - Pároco da Catedral


O ponto alto da festa será no dia 11, feriado municipal em Apucarana em homenagem à padroeira. Às 10 horas, será celebrada missa e consagração das crianças, com a participação de todos os funcionários da Diocese de Apucarana. E às 19 horas, acontece missa solene e procissão luminosa presidida pelo bispo Dom Celso Antônio Marchiori. Depois ocorre a posse da nova Coordenação de Pastorais.

A celebração será transmitida pela internet, através do site www.catedralapucarana.com.br e a diocese pede que os fiéis levem vela e rádio.

Todas as celebrações da programação acontecem na Catedral Nossa Senhora de Lourdes, a partir das 19 horas. Ao longo da programação, as missas serão celebradas por diversos religiosos. Além do monsenhor Roberto Carrara e do bispo Dom Celso Antônio Marchiori, celebrações serão presididas por vários padres.


NOSSA SENHORA DE LOURDES  -  A HISTÓRIA DA PADROEIRA
Na diocese de Apucarana em 1937 foi celebrada a primeira missana Praça Rui Barbosa, onde no altar foi colocado um Quadro de Nossa Senhora de Lourdes, ai foi fundada a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, onde mais tarde se tornou Catedral Nossa Senhora de Lourdes onde estamos intimamente ligados a Nossa Senhora sob o Título de Lourdes.

LOURDES
No dia 11 de fevereiro de 1858, a Santíssima Virgem Maria aparecia à humilde Bernadete Soubirous, para pedir à Igreja oração e penitência pela conversão dos pecadores. As mensagens de Nossa Senhora, saídas da gruta de Massabielle, nos arredores da cidade francesa de Lourdes, até hoje ecoam no coração dos fiéis que, maravilhados com o amor da Mãe que veio ao encontro de Santa Isabel e vem, agora, ao encontro de seu povo, peregrinam à França buscando alívio para o corpo e para a alma.

A primeira aparição, conforme relatou a própria Bernadete, foi assim:

Fui à gruta pela primeira vez no dia 11 de fevereiro. Ia catar lenha com mais duas meninas. Uma vez chegada ao moinho, perguntei-lhes se queriam ver o lugar onde as águas do canal encontram as do Rio Gave. Responderam que sim. Daí, seguimos para o canal e deparamo-nos com uma gruta. Não podíamos prosseguir. Minhas duas companheiras dispuseram-se a transpor a água. Atravessaram e desataram a chorar. Perguntei-lhes por que choravam. Disseram-me que a água estava fria.

Roguei-lhes que me ajudassem a jogar pedras na água a fim de poder passar sem descalçar-me. Disseram-me para fazer como elas tinham feito, se quisesse. Fui um pouco adiante para achar uma passagem melhor, mas não encontrei. Voltei, então, para diante da gruta e pus-me a tirar os sapatos. Tirara apenas a primeira meia quando ouvi um ruído como se fosse uma rajada de vento. Virei a cabeça para o lado do campo. Vi que as árvores não se mexiam. Continuei então a descalçar-me.

Ouvi de novo o mesmo ruído. Ao levantar a cabeça para olhar a gruta, vi uma senhora de branco. Estava vestida de branco, véu branco, cinto azul e uma rosa amarela - cor da corrente de seu terço - em cima de cada um dos pés. Fiquei um pouco assustada. Pensava que fosse uma ilusão... Esfreguei os olhos. Olhei de novo e vi a mesma senhora! Pus a mão no bolso e encontrei o meu terço. Quis fazer o sinal da cruz, mas não consegui levar a mão à testa. Então, o medo aumentou... Minha mão tremia, mas não me afastei.

A senhora tomou o terço que segurava nas mãos e fez o sinal da cruz. Tentei, então, e consegui. Logo que fiz o sinal da cruz, o pavor que se tinha apossado de mim desapareceu. Ajoelhei-me. Desfiei meu terço na presença dessa linda senhora. A visão desfiava o próprio, mas não mexia os lábios.

Uma vez terminada a reza do meu terço, fez-me sinal para chegar mais perto. Não ousei. Então, desapareceu de repente! Passei a tirar a outra meia a fim de atravessar o poço de água que havia diante da gruta e juntar-me às outras meninas. No caminho de volta, perguntei-lhes se tinham visto alguma coisa. Responderam que não...

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